Todos os posts sobre Uncategorized

Uncategorized
4 de novembro de 2016

Fala galera, tudo certo?

Cá estou eu com mais um fala Juliana para vocês, aquela postagem que não tem periodicidade que eu falo sobre algumas coisas variadas e hoje eu estou com um tema bem sério que afeta muita gente.
Pouca gente sabe, mas em setembro fecharam meu diagnóstico de depressão e ansiedade. Eu meio que já sabia que eu tinha as duas doenças pois conhecidos meus tem essa doença e na internet vi um vídeo falando sobre depressão e percebi que muitos dos sintomas eram bem parecidos. 
Tive uma crise de ansiedade bem forte entre abril e junho, não lembro a data ao certo, mas lembro que praticamente toda semana eu estava no hospital sentindo algo diferente: refluxo, diarreia, dor de estômago, dor na vesícula e outras coisas no sistema digestivo. Fiz exame de sangue (fiquei até surpresa por ainda ter sangue nos últimos exames) e não acharam nada. Fui ao gastro, para ver se era intolerância à lactose, fiz o exame e, mais uma vez, tudo certinho comigo, graças a Deus.
Eu estava também com muita irritabilidade e não tinha vontade de fazer nada. Se alguém me chamasse para ir comprar pão eu não queria sair da minha cama, fazia de tudo para ficar mais em casa, sentia que se eu saísse de casa ia acontecer algo terrível, ficava doida para voltar pra casa e quando eu ia para a aula eu assistia um pouco da aula e ficava com uma sensação ruim e saía muitas vezes para beber água, para respirar, tentar ficar calma e muitas vezes isso não funcionava. 
Tanto que foi, exatamente nessa época, que eu fiquei sem postar no blog, que eu sumi das redes sociais por um tempo, pois isso me dava certa angústia. Eu sei que as redes sociais não retratam o cotidiano das pessoas, não mostram as barras que aquela pessoa está passando, mas eu fiquei tão mal a ponto de ver que qualquer pessoa que postava uma foto mesmo que de dois anos atrás em uma viagem estava bem e só eu não estava bem. Pensei que todos ao meu redor estavam melhores sem mim e fui me isolando aos poucos.
Voltei a ter consultas com a minha psicóloga e falei com ela sobre isso tudo, que eu não estava mais aguentando me sentir desse jeito e que eu queria sair logo dessa. Fiz consultas semanais (ainda faço) e eu continuava do mesmo jeito. Até que teve um dia que conversei sério com minha mãe e ela falou que era para eu procurar um psiquiatra.
Hoje eu faço uso do medicamento que foi prescrito, mas eu ainda vejo que eu tenho muito para melhorar. Hoje eu estou melhor que ontem, mas amanhã eu posso, mais uma vez, só querer a minha cama, a minha casa e não ter vontade de sair. Conversei com meus familiares e meus amigos que me deram muita muita, mas muita força mesmo para seguir em frente e ficar mais motivada. Se não fosse por eles eu estaria sem sair da minha cama para nada na melhor das hipóteses.
E por que eu estou fazendo esse post? Pois eu vi em um grupo de blogueiras que eu participo que uma menina (não vou citar nomes) queria ajuda para ajudar um amigo ou uma amiga com depressão e teve essa onda do setembro amarelo que eu fiquei martelando muito se postaria ou não um post para falar sobre isso ou se esse post ficaria somente nos rascunhos, mas sempre que eu faço um post com tema mais sério eu penso que ele pode ajudar alguém, então está aí.
Se você conhece alguém com depressão não diga que é preguiça, não ria se a pessoa fala um assunto sério mesmo em tom de brincadeira e mostre que você está do lado da pessoa. Isso não é frescura, não é mimimi, isso é um assunto sério e a pessoa tem que buscar ajuda. Se você tem depressão saiba que muitas pessoas querem o seu bem, que elas querem que você melhore e estão torcendo por você. Eu estou aqui, torcendo por você, nós vamos sair dessa e vamos melhorar, eu tenho certeza. Quero vocês comigo em 2017, 2018 e ao infinito e além, ok?
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Uncategorized
2 de novembro de 2016

Anime: Orange
Autor: Takano Ichigo
Direção: Hiroshi Hamasaki
Gênero: Drama, Romance, Vida escolar, Shoujo, seinen
Produtora: Telecom Animation Film
Ano: 2016
Número de Episódios: 13 
Sinopse: Certa manhã Naho Takamiya recebe em casa uma carta cuja remetente afirma ser ela própria dez anos no futuro. Em um primeiro momento não acreditando em seu conteúdo, a garota se vê obrigada a mudar de ideia conforme percebe que os eventos do dia narrados na carta acabam acontecendo de verdade, especialmente a chegada de um novo aluno na sua sala chamado Kakeru Naruse, rapaz esse que aos poucos fará parte de seu grupo de amigos formado ainda por Hiroto, Saku, Takako e Azusa. Detalhando então o que virá a ocorrer nas próximas semanas e meses, a Naho do futuro explica como possui diversos arrependimentos de ações errôneas tomadas nessa fase de sua vida, desejando assim que a Naho estudante corrija tais eventos no seu lugar, e em particular os que envolvem Kakeru. Na carta é revelado que o garoto não estará mais entre eles no futuro, cabendo à jovem Naho a partir de agora tomar conta dele e realizar as ações corretas a fim de evitar uma iminente tragédia.
-xx-

Fala galera, tudo certo?
Estou aqui para mais uma resenha de anime! Vou contar que eu estava com muitas saudades de ver animes, mas o meu computador estava uma coisa incrível para assistir. Sério. Se ele passasse dois segundos sem travar eu ria de orelha a orelha.
Mas com problemas resolvidos graças ao aplicativo AnimeTV, voltei a ver meus animes e espero manter uma rotina mais frequente com resenhas de animes e mangás aqui no blog (AVISO: não é propaganda. Quando eu gosto de algo, eu falo em todo canto e praticamente tatuo no meio da testa). 
O anime que vou resenhar hoje é o anime que entrou para o melhores do mês de setembro e de outubro, Orange.
Orange narra a história de Naho, uma garota que começa a receber cartas de si mesma dez anos no futuro, contando fatos que aconteceriam nas próximas semanas e pedindo para que sua versão dez anos mais jovem não faça algumas coisas as quais ela se arrepende.  Assim como escrito na carta, no primeiro dia de aula do 2º ano do Ensino Médio, um novo garoto é transferido para a escola onde estuda: Kakeru. Naho e seu grupo de amigos se aproximam de Kakeru e Naho ignora um dos avisos da carta: não convidar Kakeru para o evento que teria após a aula.
Depois desse evento, Naho vai se aproximando de Kakeru e acaba se apaixonando pelo garoto, descobrindo que a mãe dele cometeu suicídio no dia do evento e Kakeru se culpa, pois, caso ele não fosse ao evento, sua mãe ainda estaria viva. A garota tenta evitar com que outros acontecimentos ocorram para que Kakeru não cometa suicídio, assim como descrito na carta.
O anime é muito lindo. O jogo entre futuro e passado é feito de maneira incrível, o autor realmente soube como inserir isso na história sem provocar alterações na linha do tempo e como ele fez isso eu não digo, pois é spoiler e não gosto de dar spoilers. A temática da história gira em torno dos problemas pessoais de Kakeru e a narrativa apresenta depressão e suicídio de uma forma bem real. Recomendo muito que vocês assistam (de preferência, com uma toalha do lado, porque você VAI chorar).
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Uncategorized
31 de outubro de 2016
Imagem: Pexels.com
Fala galera linda que eu amo, tudo bem com vocês?
Estou aqui como de costume para mais uma postagem do nosso lindo e maravilhoso melhores do mês, aquela postagem mensal que eu falo sobre coisas que eu mais gostei nesse mês que passou. Em outubro não fiz tanta coisa “uau”, mas fiz muita coisa haha. E vou mostrar aqui as coisas que eu acompanhei esse mês e que eu mais gostei 😀
Série do mês: Girls in the House
Eu já resenhei a série Girls in the House e o canal do Rao já apareceu em um melhores do mês aqui no blog, mas esse mês eu não fiquei vendo muita série, só fiz uma maratona de Girls in the House porque é muito bom e é cheio de memes hahaha. Brincadeiras à parte, a história da web série vai te prender do início ao fim.
Game/App do mês: Clash Royale
Não sei de vocês, mas eu estou total e completamente viciada em Clash Royale. Vou postar uma pequena review sobre o app depois, mas ele é basicamente um jogo de cartas que você joga online contra oponentes do mundo todo e seu objetivo é ganhar novos troféus e baús para subir de nível e ganhar novas cartas.
Livro do mês: Tomb Raider: Os Dez Mil Imortais e Chama da Esperança: A Princesa Renegada
Promessa é dívida meu povo! Li muitos livros esse mês e, entre eles, o que eu mais gostei foi Tomb Raider: Os Dez Mil Imortais e A Chama da Esperança: Princesa Renegada. Tomb Raider narra a história de Lara Croft em busca do Velocino de Ouro para ajudar sua amiga Sam e Chama da Esperança narra a história de Kaira e da guerra contra os Falcões Negros.
Filme do mês: Ghostbusters
Não, não estou falando do filme que, muito provavelmente, seus pais viram um tempo atrás. Falo da adaptação feita nesse ano que conta com Melissa McCarthy (uma das melhores atrizes do mundo na minha opinião), Kristen Wiig, Kate McKinnon e Leslie Jones. Não conhecia muito sobre os filmes e sobre a história, mas eu amei conhecer com esse filme, que trouxe grandes atrizes fazendo um remake de um clássico cujo elenco principal era composto por atores. Sem contar que a história do filme é muito legal, vale a pena ver!
Site do mês: Love is Colorful
Eu gosto MUITO do blog da Bá Nassar, ela é uma fofa e tem um blog fantástico. Se você quer dicas de viagem, blog, produtos, looks e entre outras coisas acessem o blog dela porque ela merece!
Álbum do mês: Britney Spears – Glory
Não sei se já comentei aqui, mas eu tenho praticamente todas as músicas da Britney Spears no meu celular. Sou aquela pessoa que sai de Within Temptation para Britney Spears, de Disney para Anitta haha. Mas enfim, eu gostei MUITO do novo álbum da Britney e estou aqui indicando para vocês hoje 😀
Anime do mês: Orange
SIM, ORANGE DE NOVO. Como eu não tinha visto os últimos episódios antes de lançar a resenha para vocês, eu resolvi rever desde o primeiro episódio e o anime é bem maravilhoso, bem lindo e está aqui de novo!
Canal do YouTube do mês: PenseGeek
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Uncategorized
26 de outubro de 2016
Fonte: Pexels
Fala galera linda, tudo bem com vocês?
Estamos no finalzinho de outubro e vejo muitos canais e blogs separando alguns posts especiais de Halloween e pensei muito se eu faria um especial ou não e aí resolvi fazer três postagens pequenas que vão sair quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira com uma temática de terror, que lembra o Halloween. No post de hoje separei alguns jogos de terror que vi em Game Plays, já que eu sou muito medrosa e não aguento nem jogar pequenos jogos com sustinho sem querer dormir com minha mãe. 
Until Dawn
Em Until Dawn, você controla oito jovens: Ashley, Chris, Emily, Jessica, Josh, Matt, Mike e Sam. Um ano após o misterioso desaparecimento de Beth e Hannah Washington, irmãs de Josh, o grupo resolve retornar para o mesmo local onde as garotas sumiram e, bem, fazer coisas típicas de adolescentes com hormônios à flor da pele — ao contrário de desconfiar da segurança do lugar. Tudo isso acontece em uma casa isolada escondida em uma montanha, repleta neve, madeira e silêncio. Em meio a brincadeiras, os oitos jovens finalmente descobrem que estão sendo caçados por um psicopata mascarado.
Slender
Sobre o jogo: O jogo tem apenas um objetivo: encontrar 8 páginas em uma floresta, à noite, supostamente deixadas por uma vítima. O jogador não tem nada para se defender ou atacar, apenas uma lanterna para ver melhor, e que, eventualmente, ficará sem energia, deixando o jogador na escuridão permanentemente. Somente após pegar a primeira página, o jogador começa a ser perseguido pela criatura conhecida como Slender Man, um homem sem rosto que veste terno e é capaz de esticar seus membros. Quando Slender Man está por perto, a tela do jogo ficará com estática. O grau de dificuldade e a música do jogo mudam conforme as páginas são coletadas. Após coletar as 8 páginas, Slender Man captura o jogador, terminando a partida.
Five Nights at Freddy’s
Sobre o jogo: Five Nights at Freddy’s é um jogo eletrônico independente do gênero survival horror e Point Click em primeira pessoa lançado em 2014 e desenvolvido por Scott Cawthon. O jogo concentra-se na Pizzaria Freddy Fazbear, onde o jogador deve agir como um guarda noturno, defendendo-se dos animatrônicos, acompanhando os seus movimentos através de câmeras de segurança e portas, sobrevivendo por 5 noites enquanto é perseguido por Freddy Fazbear (Urso Pardo), Bonnie (Coelho), Chica (Galinha), e Foxy (Raposa Pirata), além da misteriosa alucinação Golden Freddy que poderá entrar na sala que você está, mesmo com as portas fechadas, e assim que ele aparece você perde e sai do jogo sozinho, enquanto economiza a energia do estabelecimento, para evitar que a luz caia, facilitando a entrada dos animatrônicos para a sala, que supostamente pensam que você é um deles sem traje e o força dentro de um, que por ser cheio de fios, mecanismos e molas acaba esmagando o jogador. 
Silent Hill
Sobre o jogo: Sete anos atrás Harry Mason e sua esposa encontraram um bebê numa estrada e o adotaram como se fosse sua filha, eles deram o nome de Cheryl a ela. Mesmo depois que sua esposa faleceu, Harry continuou a amar Cheryl como sua própria filha.No começo do jogo, nós encontramos Harry Mason e Cheryl, de férias, indo para Silent Hill. Estranhos eventos ocorrem antes que eles entrem na cidade. Uma policial, numa moto, passa à frente deles. Momentos depois, Harry vê a moto caída na beira da estrada e a policial não está em parte alguma. Logo depois, uma figura de uma garota subitamente aparece na estrada. Harry tenta desviar,derrapa o carro e desmaia.Quando retorna a consciência, Harry descobre que Cheryl se perdeu e ele se percebe no meio de um mal que devagar envolve Silent Hill, sem saber que a única maneira de sair dali é pelo sacrifício da própria filha. Em Silent Hill, a personagem Alessa Gillespie e sua mãe Dahlia Gillespie são mostradas juntamente com outros personagens, tentando reviver o antigo culto da cidade. Dahlia tenta queimar sua filha, que tem poderes psíquicos e é chamada de bruxa no colégio, dentro de casa em sacrifício ao antigo deus do culto, Samael. Com quase 100% do corpo queimado e dominada por ódio, Alessa é levada ao Hospital Alchemilla, onde é colocada em um quarto obscuro de uma ala subterrânea para ser “tratada” e oferecida novamente em sacrifício. Mas, com seus poderes, Alessa divide sua alma em dois. Uma metade fica no hospital, dormente, sofrendo e tendo pesadelos constantes, e a outra metade é entregue nas mãos de Harry Mason e sua esposa.
Resident Evil
Sobre o jogo: O primeiro jogo da série se inicia na noite de 24 de julho de 1998, onde nas Montanhas Arklay, houve uma série de assassinatos beirando o canibalismo. Para investigar estes assassinatos foi enviado um grupo dos S.T.A.R.S., a unidade tática da cidade de Raccoon City. Porém, assim que o time Bravo começa a sobrevoar as florestas de Arklay, eles perdem contato com a base policial. Para localizar o Bravo Team, foi enviado o Alpha Team. Ao pousarem perto de uma mansão desconhecida, um integrante de equipe, Joseph Frost, encontra uma mão decepada, e logo é atacado por cães, que o matam. Ao tentarem correr para o helicóptero, o piloto, Brad Vickers, desesperado, foge deixando o resto da equipe cercado. Eles conseguem correr para dentro da mansão. Com os cães vagando no lado de fora, os quatro membros restantes do Alpha (Chris Redfield, Jill Valentine, Barry Burton e Albert Wesker) se vêem presos lá dentro. Neste ponto, o jogador assume o controle do personagem e começa sua jornada pela sobrevivência. Uma das primeiras descobertas é um membro do Bravo, Kenneth J. Sullivan, sendo comido por um zumbi (em RE Remake encontra-se uma fita de vídeo que mostra Kenneth morrendo). O personagem eventualmente imagina que a mansão esteja abandonada, cheia de enigmas e armadilhas. Documentos e arquivos espalhados pela casa sugerem que uma série de experimentos e atividades criminosas estavam sendo realizadas na propriedade, sob a autoridade do conglomerado farmacêutico Umbrella Corporation. As criaturas vagando dentro e fora da mansão são os resultados dessas experiências, que têm exposto seres humanos, animais e insetos a um altamente contagioso e mutagênico agente biológico conhecido como o “T-Vírus”. 
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Uncategorized
20 de outubro de 2016
Fonte: pexels.com
Fala galera, tudo certinho com vocês?
Aqui é a Juki e estou com um post diferente para vocês! Eu fiquei me perguntando o que postaria hoje e, como eu trabalho com livros há quase um ano, pensei em contar um pouco sobre isso com vocês.
Trabalho numa editora jurídica que publica revistas e livros, ou seja, é muita coisa. E nesse final do ano estamos em uma correria para lançar muitos e muitos livros, sem contar os periódicos que também tem que sair conforme a periodicidade. 
A primeira coisa que eu faço é checar os meus e-mails após pegar a minha garrafinha cheia de água. O recebimento de artigos para os periódicos e originais é feito pelo site e pelo e-mail que eu respondo, então eu salvo cada arquivo na devida pasta, respondo os autores e encaminho os artigos para os Coordenadores da revista, que vão avaliar e aprovar ou reprovar o artigo recebido. Deixo os livros salvos na pasta livros em análise junto com a mensagem do autor e, obviamente, respondo que o livro está em análise e dou a previsão de resposta do Conselho Editorial.
Geralmente a tarefa de e-mails ocupa cerca de 30 a 40 minutos do meu dia, depende do fluxo de e-mails. Tem dias que eu não recebo nenhum enquanto tem dias que tem 50 e-mails não lidos na minha caixa de entrada.
Depois de liberar a caixa de entrada, eu confiro com meu chefe se tem alguma urgência, como as bonecas que chegaram da gráfica para conferir se há erro de impressão ou um livro que o presidente da editora quer lançar com mais urgência. Quando não tem nenhuma, eu sigo com a continuação do serviço do dia anterior, que, agora, é preparar os textos conforme as normas da editora, que são baseadas nas normas ABNT. Mas eu também já revisei gramaticalmente muitos livros e conferi as provas em pdf, seguindo duas tabelinhas que tenho salvas em meu computador com as informações que deverão ser analisadas.
O que mudou em mim com esse serviço?
Eu vi que fiquei mais crítica quanto à edição. No curso de Letras eu já era um pouco crítica com algumas coisas, mas a maioria eu deixava passar e nem reparava. Agora não, se eu vejo algo que está fora da formatação eu já fico mais encucada, quando a fonte não combina eu reparo e muitas outras coisas. Isso não só no serviço, mas no cotidiano eu comecei a reparar nessas coisas também, tanto que quando leio um livro no Kindle ou livro físico que tem uma linha órfã (uma linha da continuação do parágrafo anterior na outra página) ou linha viúva (uma linha do começo de um novo parágrafo em uma página) eu conto até dez e tomo um gole de chá de camomila.
E aí, o que acharam sobre trabalhar em uma editora? Surpreendeu vocês? Conta para mim o que acharam :3
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.