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17 de setembro de 2015
Parte IParte IIParte III
Parte IVParte V

Yoo minna que me acompanha!
Demorou, mas terminei todas as resenhas de todos os mangás de Sailor Moon para vocês! Confesso que foi muito divertido trazer para vocês essas resenhas, foi a primeira série de mangás que eu li por completo (e pretendo ler mais mangás como Sakura Card Captors, Fairy Tail e InuYasha) e confesso que a leitura inicialmente buga a nossa mente, pois estamos acostumados com a ler da direita para a esquerda e os mangás são lidos da esquerda para a direita. Eu passei o dia seguinte todo “lendo o mundo” da esquerda para a direita e foi uma experiência interessante até eu quase perder o ônibus, mas isso é outro caso, certo?
O 16º mangá dá início ao arco Stars, o último ato do mangá (todos choram) e começa de uma forma super fofa, que é Mamoru e Usagi em um encontro quando acontece uma chuva de meteoros e fica naquela fofura de “pedi para que você fique sempre comigo”. Awn. Porém é feito um corte para uma nova personagem que fica admirando o esplendor do cristal de prata e do cristal dourado. É também o primeiro dia de aula e as senshi estão de volta à escola e, dessa vez, com Haruka, Hotaru e Michiru como alunas e Setsuna como enfermeira. Porém as cenas felizes acabam com a despedida de Mamoru, que irá estudar fora do Japão mas o mangá ganha mais quatro personagens: os Three Lights, uma banda formada por Seiya, Yaten e Taiki e a fofa Chibi Chibi.
O penúltimo volume já começa com altas emoções acontecendo rapidamente, que nem último episódio de novela mexicana: luta com uma das vilãs, morte de algumas senshi, Chibiusa voltando para o futuro sem poder retornar ao passado, a verdadeira identidade dos Three Lights, a história do futuro correndo risco de ser modificada… Tanta coisa que você até pensa “pegue leve com o meu kokoro tia Naoko”. Porém, por mais que ocorra muita coisa nesse mangá, a narrativa não se torna chata e muito menos arrastada; os fatos acontecem rápido, porém esses fatos serem praticamente jogados para os leitores segurarem os forninhos apenas nos deixa mais curiosos para o desfecho da história.
O último volume me fez chorar rios hahaha. Sério, eu confesso que eu achei que o desfecho do arco Sonhos estava lindo, mas me enganei pois o final definitivo de Sailor Moon foi épico. Mas vamos começar do começo. Sailor Moon, Sailor Chibi Chibi, os Three Lights e a princesa Kakyuu estão na costelação de Sagitário, onde nascem as estrelas, para a batalha final contra Galáxia, porém a batalha final demora para acontecer e, enquanto isso, Sailor Moon tem que lutar com outras Sailors controladas por Galáxia e suas amigas. O desfecho da história é perfeito, como já falei eu chorei horrores e vou até reler esse volume porque esse volume é amor <3.
Mas vocês agora devem estar querendo saber o motivo o qual o post está extremamente longo, não é? Confesso que não foi planejado, mas eu estava olhando no Facebook e hoje, dia 17/09, estreia Un Nouveau Voyage, a nova fase do musical de Sailor Moon lá no Japão (no Japão já é dia 18/09) e eu vou acompanhar tudo pelo YouTube ou pelos live streams da vida pois, se eu pudesse, ia lá assistir mas tem coisas que não são possíveis de serem feitas no momento (quem sabe daqui a alguns anos eu assisto e conto tudo para vocês?). As atrizes são super fofas e realmente me fizeram querer assistir ao musical.
E chega ao fim a série de resenhas dos mangás de Sailor Moon! Você gostou de acompanhar as resenhas e queria ver mais resenhas de mangás aqui no blog? É só me falar que eu farei uma forcinha para trazer aqui no blog :3
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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14 de setembro de 2015
Sinopse: Oito amigos se encontraram para fazer uma pegadinha com uma amiga em uma casa antiga no topo do monte Washington, porém tudo que poderia dar errado aconteceu, e a moça e sua irmã morreram. Um ano após o acontecido, Josh (o irmão das duas) convida os outros sete a voltar para a casa e passar uma noite lá bem no aniversário da morte de suas irmãs. Novamente coisas más vem a acontecer naquele local e acabam sendo perseguidos por um psicopata naquele local assustador. O jogo passa se como uma série sendo dividida em episódios e no final de cada episódio acontece uma consulta com um psicólogo chamado Dr. Hill com o seu cliente que se suponha que seja o psicopata. O jogo ainda conta com um pouco de mitologia, já que contém como inimigos os Wendigos, criaturas que comeram carne humana por um determinado tempo e viraram abominações.
-xx-
Fala galera, tudo certo?
Confesso que eu fiquei sem ideias de jogo para indicar para vocês pois o único jogo que eu joguei ultimamente foi Candy Crush. Mas vendo em muitos canais de YouTubers, eu vi que eles estavam jogando Until Dawn e resolvi começar a ver os vídeos em plena luz do dia, pois eu vi a sinopse do jogo antes de sair assistindo.
Until Dawn é um jogo de horror cujo enredo segue conforme as suas escolhas. No decorrer da história, você controlará Sam, Mike, Josh, Ashley, Chris, Jessica, Matt e Emily que tentam sobreviver a uma noite na casa localizada no topo do monte Washington um ano após a morte da Hanna e Beth, irmãs de Josh. Porém fatos estranhos acontecem nessa noite e eles devem sobreviver a Wendigos, que são criaturas mitológicas que são criadas a partir de um ato de canibalismo.
Para descobrir formas para parar os Wendigos, o grupo de amigos descobrem muitas coisas a respeito da casa, do monte Washington e sobre as lendas indígenas, pontos que o jogo foi muito bem trabalhado. Outro foco do jogo é a presença das lendas indígenas bem elaboradas e bem descritas, o que deixou o jogo muito mais bem trabalhado e mais intenso.
Confesso que eu não tive coragem para comprar o jogo e nem terei, portanto resolvi jogar pelo YouTube mesmo hahaha. O jogo dura cerca de nove horas para ser jogado por completo e conta com mais finais para o jogador explorar tudo o que o game tem a oferecer. Os gráficos e a cinematografia do jogo são perfeitos e você vai reconhecer muitos atores que serviram como base para o jogo, como a Hayden Panettiere, Rami Malek e Brett Dalton. Eu achei o jogo muito bom e, caso você goste do gênero horror/suspense/terror, eu super recomendo.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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13 de setembro de 2015
Fala galera, tudo certo?
O VMA passou, vocês já viram posts falando sobre como foi o evento, os looks e o que aconteceu e eu estou aqui para falar do álbum Miley Cyrus and Her Dead Petz, que ficou disponível assim que a premiação acabou. Confesso que não sou muito fã da Miley, mas ela tem muita música bacana e legal de ser escutada, então cá estou eu com mais uma indicação para vocês.
A faixa que abre o álbum é a divertida Doooo It, cuja apresentação no VMA foi muito legal com a aparição das drags do reality show RuPaul’s Drag Race, que é uma música cujo ritmo é um pop mais psicodélico e ficou muito muito muito legal e é uma música que eu escutaria no carro em uma viagem.
A segunda faixa é a linda Karen Don’t be Sad (que lembrou muito uma amiga minha que chama Karen, até chamei ela no Facebook falando KAREN TO OUVINDO SUA MÚSICA). Com uma batida mais suave e melódica, Cyrus fala sobre superação na letra da música e encarar de frente os problemas.
The Floyd Song (Sunrise) é uma música em homenagem ao cachorro de Miley, Floyd, que morreu por conta de um ataque de coiote. Assim como Karen Don’t be Sad, a música é linda e faz render algumas lágrimas ao ser escutada e, caso você tenha bichinho de estimação, vai querer abraçá-lo logo após ouvir.
Miley Cyrus and Her Dead Petz é o quinto álbum de estúdio da cantora e é um álbum experimental cujas músicas foram compostas pela própria Miley e muitas músicas foram produzidas por ela. O álbum conta com participações como Big Sean e Ariel Pink e está disponível gratuitamente pelo soundcloud.
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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11 de setembro de 2015
Fala galera do meu kokoro, tudo bem com vocês?
Primeiro: não me matem por mais uma resenha de mangá na semana e seguida da resenha de Sailor Moon, mas eu estava sem ideias para posts e estava lendo o mangá de Fairy Tail e pensei: porque não resenhar?
São mais de cem volumes do mangá, se não me engano sai um mangá novo toda semana, e não sei se vou trazer resenhas de cada um no blog ou se faço como fiz com os mangás de Sailor Moon e também não sei se vocês vão querer saber mais sobre os mangás de Fairy Tail. 
O mangá começa com a chegada de Natsu a cidade de Harujion com o seu gato, Happy, enquanto a maga Lucy esta à procura de novos itens mágicos. Ao sair da loja, Lucy vê um movimento estranho e resolve ver o que é e se surpreende ao saber que Salamandra, um mago famoso, está na cidade. Ao ver Salamandra, Lucy encontra Natsu e Happy e, durante um lanche, Natsu revela que Salamandra estava usando uma magia para atrair as mulheres. Após conversar com Natsu e Happy, Lucy segue seu caminho quando é parada por Salamandra, que a sequestra dizendo que irá levá-la até Fairy Tail. 
O primeiro volume do mangá remete ao primeiro episódio do anime e confesso que eu fiquei chocada com os traços do Hiro, que melhoraram bastante com o decorrer dos mangás (não vou falar mal porque eu não sei desenhar). Então pessoal, se vocês querem ver mais resenhas de mangás ou querem que eu faça resenhas de Fairy Tail com mais frequência no blog, é só deixar nos comentários.
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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10 de setembro de 2015
Parte IParte IIParte III
Parte IV
Kon’nichiwa minna! (Olá pessoal!)
Estou fazendo essa resenha com uma novidade: eu comprei os mangás de Sailor Moon senhoras e senhores! Comprei os doze volumes, ainda tem dois short series e dois volumes da Sailor V, sendo que o segundo volume de Sailor V vai chegar final do ano aqui no Brasil. Mas eu estou lendo os arcos já no mangá, o que é bem melhor do que ler virtualmente (nada como ler no papel, eu amo ler no papel ♥).
O 13º volume começa com Chibiusa discutindo sobre os seus sentimentos, principalmente após beijar Helios (depois daquele beijo que você roubou toda a minha vida se modificou, cantem comigo galera) e, na esperança de encontrar uma ajuda para o que está sentindo, a garota pede ajuda a Makoto. Enquanto isso, Mamoru esconde o sangramento misterioso que está acontecendo de Usagi, que fica cada vez mais preocupada. Porém, ao procurar pelo chamado de Helios, Chibiusa e Usagi descobrem o sangramento e Helios conta sobre seu passado.

Enquanto as meninas estavam lutando contra o mal, Michiru, Haruka e Setsuna estão comemorando seis meses de uma vida nova com Hotaru em um dos volumes do mangá, o 14º. Haruka está sentindo um aviso, informando que a hora do retorno se aproxima enquanto ela pensa em seus sonhos. Ao retornar para casa, vemos um pouco da rotina delas com a jovem Hotaru que havia se transformado em um bebê e, seis meses depois, estava parecendo com uma criança de seis anos de idade fisicamente, com um aprendizado rápido que a torna capaz de fazer coisas fantásticas. Porém, em um dia de aula de violino com Michiru, o fantasma do Pegasus aparece e Hotaru tem uma visão com a Lua e a Terra apagadas. Após isso, Hotaru recorda de sua vida anterior e acorda Haruka, Michiru e Setsuna, informando-as sobre o novo inimigo.

Para fechar o arco e a postagem de hoje, o 15º mangá começa com as Sailors e Endymion/Mamoru percebendo que estavam vivendo um pesadelo e começam a lutar para a batalha final contra o Dead Moon Circus que foge para Elysion (chama para a luta e depois foge, vai entender essa galera), lugar o qual Nehelenia revela a sua verdadeira identidade (com direito a flashback). O final do arco foi perfeito, porém não vou dar detahes para não dar spoilers hahahaha.
O Arco Sonhos focou inteiramente na fofa Chibiusa e poderia ter dado um grande final para o mangá naquele momento, mas o final do Stars é ainda mais lindo, mas falarei disso semana que vem, com a última resenha dos mangás.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.