Dicas
16 de janeiro de 2017
Fala galera, tudo certo com vocês?
Estou aqui com mais um post para filosofar com vocês sobre a vida. No post de hoje é sobre o fim da escola e o que você vai fazer depois. Vi muita gente no meu Facebook falando sobre o ENEM, que se não passar no exame não sabe o que fazer e eu, com minha experiência de 21 anos de idade, vim aqui falar com vocês.
Separei alguns tópicos para vocês aqui que podem te ajudar a saber o que fazer depois de terminar a escola, caso vocês não pretendam fazer uma faculdade por agora.1. Cuidar da sua saúde
Uma das coisas que mais me cansou na minha época de vestibular foi pressão. Via meus colegas se preparando para cacete, via pressão de alguns familiares, fiquei muito estressada (a ponto de parar no hospital e ficar internada por causa de um surto da esclerose desencadeado pelo estresse) e a primeira dica que eu dou é cuidar da sua saúde, tanto física quanto mental. Marque com psicólogos, vá fazer algum exercício que você goste, tenta esfriar a cabeça.

2. Aprender coisas novas
Quem disse que você tem que estar em uma sala de aula para aprender? Existem muitos cursos online gratuitos na internet e no YouTube (se vocês quiserem, faço um post falando sobre esses cursos depois), sem contar a incrível quantidade de aplicativos para você aprender um novo idioma. Isso vai fazer um diferencial incrível no futuro e você vai exercitar sua mente.

3. Assistir a palestras sobre cursos e ler todas as grades curriculares
Se você pretende fazer faculdade depois, recomendo que leia algumas grades curriculares de cursos, pois você pode encontrar algo que gosta em um curso que nunca imaginou fazer. Quando eu estava no terceiro ano fui de odontologia para arquitetura e, no fim, estou na Letras. Um nada a ver com o outro, mas eu estou gostando, a área da editoração é uma das áreas que eu sempre tive interesse em fazer, mas, com a concepção de Letras só forma professor, não quis fazer o curso no começo e hoje eu estou totalmente apaixonada pelo curso.

4. Fazer um intercâmbio
Tem coisa melhor que aprimorar seus conhecimentos conhecendo uma nova cultura? Um intercâmbio é uma coisa incrível que eu recomendo para muita gente, pois você vai sair do lugar mais rico, tanto em aspectos culturais como intelectuais. Muitas agências fazem pacotes em conta, só pesquisar.

E aí, gostou das dicas? O quê você fez depois do Ensino Médio? Tem mais dicas? Deixe um comentário para que mais pessoas tenham mais opções sobre o que fazer depois do Ensino Médio (e eu saber o que fazer depois da faculdade hahaha).

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Blog
2 de janeiro de 2017

Fala galera, tudo certinho com vocês?

Antes de tudo, gostaria de desejar a todos vocês um excelente ano de 2017, com muita paz, saúde, dinheiro, sem bad, que os crushs/as crushs 2D virem 4D e entrem para nossa vida, que os cushs/as crushs 4D não sejam crushs mais, que o senpai/a senpai te note e muito mais coisas boas.
Eu sei que não apareci muito no blog, mas eu estava organizando muita coisa para esse ano que se inicia, com muitas novidades que serão faladas depois, já que o dia hoje é para agradecer pelo ano maravilhoso que passou.
Tive um crescimento pessoal imenso em 2016, fiz coisas que eu achei que nunca faria, descobri mais coisas que eu gosto, cuidei mais de mim, comprei roupas sem ser na Black Friday (ou seja, paguei caro pra cacete por roupas bonitas), fiquei mais otimista e, mesmo que eu tenha me distanciado do blog, eu sempre pensei no meu cantinho como algo a mais, não só um cantinho, mas uma segunda casa. Aprendi a me policiar mais, a controlar meu tempo, consegui não me sentir tão mal por ser eu e diminui a minha timidez, gravado um vlog em um evento. Vocês não tem noção de como isso foi um passo gigante para mim.
E eu só tenho que agradecer a vocês. Vocês, leitores do blog, sempre, sempre, sempre animam os meus dias, fazem com que eu queira continuar a escrever aqui, continuar a produzir vídeos, coisas que eu gosto e quero fazer muito em 2017. Também quero agradecer muito a minha mãe e a minha irmã, que foram duas bases para mim nesse ano, sempre me animando e apoiando, seja na vida real ou no blog. Aos meus amigos, estamos juntos em 2017 porra! Hahaha. Muito obrigada por tudo para vocês (não vou citar nomes pois eu sei que vou esquecer de alguém, então sintam-se marcados).
Em 2016 eu consegui muitas coisas por causa do blog, uma blogueira que eu admiro muito comentou em duas postagens aqui do blog e isso foi incrível. O transito de pessoas aqui aumentou pra cacete também, eu distribuí alguns cartões de visita em livrarias de Belo Horizonte e isso contribuiu bastante para o nosso crescimento. Conheci blogueiros, blogueiras e youtubers maravilhosxs que eu quero gravar com eles um dia e eles já estão intimados para isso haha.
Enfim, mesmo que tenha acontecido tragédia após tragédia em 2016, meu ano foi sem palavras. Muito obrigada por esse ano minha gente! Estaremos juntos aqui em 2017 e ao infinito e além!
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Originais
27 de dezembro de 2016

Foi seu aniversário ontem e, como uma memória que não sai da minha cabeça por nada, lembrei de todas as vezes que nos esbarramos em festas e você preferiu alguma outra menina. As vezes que você puxou papo comigo e correu atrás da ex. As vezes que eu curtia uma foto sua e você retribuía na mesma hora, para ver o que você faria. As conversas que, mesmo que curtas, mexiam comigo para caralho.
E, para coroar, encontrei com você outro dia. Ah, malditos amigos em comum! Acho engraçada a forma a qual você me olha como se fosse a primeira vez todas as vezes que nos encontramos ou conversamos. Essas coisas para você pode não significar nada, mas mexem comigo. Afinal, não tem como não mexer com o meu emocional e com todas essas lembranças.
Conto para amigas minhas sobre isso e elas dizem que daria uma bela história de amor. Pensando nisso, começo a rir sozinha enquanto escrevo mais um texto.
Se teremos uma história de amor eu não sei, mas vou ficar aqui escrevendo mais alguns textos para você em segredo. Afinal, você nunca irá deduzir que é a inspiração para alguns de meus textos.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
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7 de outubro de 2016
Fonte: pexels.com

Sábado passado ouvi uma frase que ficou matutando em minha cabeça por algum tempo. A frase é a seguinte indagação: “O que te impede de viver o seu sonho?”. Fiquei pensando em muitas e muitas coisas e cheguei a conclusão que nada me impede de viver o meu sonho. “Ah, e o dinheiro?”, “Eu não tenho tempo”, “Eu não sei fazer essa coisa”. Tudo isso não passam de desculpas que você coloca em sua frente para justificar de certa forma o motivo ao qual você não seguiu atrás de seu sonho. São esses empecilhos que tornam a caminhada até seu sonho mais real e deixam seu sonho mais desejado. Já pensou se você tivesse o dinheiro, o tempo e soubesse fazer tudo? Qual graça que teria alcançar seu sonho, sendo que seria muito fácil?

“Ah, mas eu tenho medo”.
Essa frase ficou na minha cabeça também. Entre as mil e uma coisas que me faltam e que eu tenho que alcançar, uma delas é coragem. Mas do que eu tenho medo? 
Nem eu sei do que tenho medo. Talvez eu não tenha medo na verdade, mas sim receio. Se eu alcançar o meu sonho, o que vou fazer depois? Já alcancei, o que tem mais para fazer?
E aí lembro de um diálogo do filme Enrolados da Disney. Nas cenas finais, quando Rapunzel encontra as lanternas, e pergunta o que vai fazer depois de alcançar um sonho e Flynn/José responde que é a melhor parte e diz para Rapunzel procurar um novo sonho. E é a mais pura verdade. Ao mesmo tempo que você tem um sonho, já tem outros matutando em sua cabeça. Talvez eles não estejam com tanta força, mas eles estão lá.
Passe pelos obstáculos e siga seus sonhos. O caminho vale a pena e deixa o final melhor. 
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
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13 de julho de 2016
Todo mundo tem um refúgio. Algum lugar ou alguém que elas simplesmente desabafam e contam das coisas que passaram durante um tempo. Um refúgio, um porto seguro.
Passei por um semestre com milhões de turbulências. Ansiedade dando sinal de vida. Pressa para fazer trabalhos de faculdade. Um período difícil de adaptação em um novo estágio. A angústia de ver que nada do que eu fazia estava bom não para os outros, mas para mim. Idas e vindas ao hospital, muitos exames de sangue feitos (para alguém que odeia agulhas e exames, é uma agonia) e todos eles dando normal. A sensação de estar em uma correria. Magoar e afastar pessoas muito queridas sem querer. Chegar em casa e querer deitar na cama abraçada com o cachorro. Pois é, foram dois meses bem complicados.
Pensei em dar um tempo para a escrita, já que eu, simplesmente, não estava mais sabendo o que estava acontecendo comigo. Estava sem motivo, desanimada, sem vontade de fazer quase nada e acabei “abandonando” esse meu hábito de colocar tudo em um texto. Colocar meus medos, minhas alegrias, minhas angústias, minhas dores e meus amores em palavras. Acreditei que ficando longe disso tudo eu iria melhorar, que, quando eu voltasse, eu estaria renovada e pronta para muitas outras. Mas eu estava enganada. Acredito que piorei não colocando nada em palavras e cheguei a conclusão de que eu preciso escrever para me sentir bem novamente. Preciso colocar em palavras tudo o que vem à mente. Para desabafar. Para compartilhar meus sentimentos. Para sentir-me bem comigo mesma.
Agora, eu sei que a escrita é o meu refúgio. Se eu falo tudo o que eu penso em palavras, por mais que elas não façam o menor sentido, eu me sinto muito melhor e renovada, assim como após uma boa consulta com uma psicóloga que você sai bem mais leve e confiante, acreditando que nada pode te parar. E quer saber? Se a escrita é o meu refúgio, eu não poderia ter escolhido um refúgio melhor.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.