Games
15 de março de 2017

Fala galera, tudo certo com vocês? Vamos falar no post de hoje sobre um jogo que eu gostei bastante, mesmo vendo só gameplays: Resident Evil 7.

Divulgação

Título: RESIDENT EVIL 7 biohazard / BIOHAZARD 7 resident evil

Gênero: Violência, Violência detalhada, Ação, Aventura

Desenvolvedor: CAPCOM Co., Ltd.

Distribuidora: CAPCOM Co., Ltd.

Data de lançamento: 24/jan/2017

Sobre o jogo: Resident Evil 7 biohazard é o próximo grande lançamento da renomada série Resident Evil. O jogo cria um novo curso para a franquia ao trazer à tona suas raízes e abrir a porta pra uma experiência de horror realmente aterrorizante. Passado na área rural dos Estados Unidos atualmente e após os dramáticos eventos de Resident Evil® 6, jogadores vivenciam o terror diretamente em uma perspectiva de primeira pessoa. Resident Evil 7 incorpora os elementos de exploração e a atmosfera tensa que são marca registrada da série e que criaram o “sobrevivência ao terror” cerca de vinte anos atrás. Enquanto isso, uma atualização completa dos sistemas de jogo simultaneamente impulsionam a experiência do sobrevivência ao terror a um próximo nível.

Informações retiradas do site da Steam.

Jogo disponível para PC, XBox One e PS4. Também disponível para Realidade Virtual.

–xx–

Eu já vou começar falando que eu não sou uma grande fã de jogos de terror. Geralmente eu assisto gameplays deste gênero para rir do desespero e dos gritos das pessoas. Porém tem aquele detalhe: eu apenas assisti gameplays de RE7, não joguei porque eu sou pobre e cagona.

O jogo é ambientado em primeira pessoa e o jogador controla Ethan Walkers, um homem que vai procurar a esposa desaparecida há três anos. Durante um tempo, Mia enviou vídeos para Ethan e, no último deles, ela diz para o marido ficar longe. E o cabeçudo vai atrás dela, obviamente.

Ethan viaja até uma área do interior dos Estados Unidos e para em uma casa. Ele procura para saber mais informações sobre as pessoas, mas só encontra uma gravação em uma fita. Ao ver a fita, descobrimos que caçadores de mitos estavam na casa, buscando alguma evidência sobrenatural e eles acabaram com um fim trágico.

A partir da exploração, encontramos mais informações sobre a família que vivia naquela casa, sobre a infecção que aconteceu e, no final do jogo, conseguimos descobrir quem tem culpa.

O jogo é bem elaborado, com um plot twist que nos deixa boquiabertos. Outra coisa interessante é a escolha se salvamos Mia ou Zoe. Dependendo da sua escolha, o final do jogo vai ser bom ou ruim. Acredito que esta opção de escolha pode ser melhor explorada em próximos jogos da franquia. Referente aos sustos, até que eu não tomei TANTO susto assim. Só alguns.

Um ponto negativo do jogo é sobre a cura. Mesmo que seja um ponto que 90% dos jogos precisam melhorar, é estranho a forma de cura. Durante a história, tomamos facadas, somos atacados e muitas coisas e nos curamos com álcool. Santa cachaça!

E vocês, já jogaram Resident Evil 7 ou querem jogar? Quais suas experiências com games de terror?

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Games
8 de março de 2017

Fala galerinha do meu coração, tudo bem com vocês? Queria fazer um post em homenagem ao dia da mulher e fiquei pensando qual seria a postagem. Tive a missão nesse post de separar as personagens femininas de jogos mais incríveis que eu conheço. Vem ver se sua personagem favorita está na minha lista!

Disclaimer: Separei apenas quatro personagens na lista pois o post estava imenso. E as personagens estão inseridas aleatoriamente, sem ordem de preferência. Boa leitura!

Mia Walkers – Resident Evil 7

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Sinopse do jogo: Resident Evil 7 biohazard é o próximo grande lançamento da renomada série Resident Evil e cria um novo curso para a franquia ao trazer à tona suas raízes e abrir a porta pra uma experiência de horror realmente aterrorizante. Uma mudança dramática na série para uma visão em primeira pessoa em um estilo fotorrealista, gerido pelo novo RE Engine da Capcom, Resident Evil 7 traz um nível de imersão sem precedentes que torna a trama de horror mais próxima e pessoal. Passado na área rural dos Estados Unidos atualmente e após os dramáticos eventos de Resident Evil® 6, jogadores vivenciam o terror diretamente em uma perspectiva de primeira pessoa. Resident Evil 7 incorpora os elementos de exploração e a atmosfera tensa que são marca registrada da série e que criaram o “sobrevivência ao terror” cerca de vinte anos atrás. Enquanto isso, uma atualização completa dos sistemas de jogo simultaneamente impulsionam a experiência do sobrevivência ao terror a um próximo nível. (Fonte: Steam)

Minha opinião: Muitas pessoas não gostam da Mia neste jogo, no começo eu não gostava muito dela, mas quando estava perto do final do jogo eu comecei a achar a Mia a melhor personagem. Não vou dar spoilers aqui, mas a Mia aguentou poucas e boas em Resident Evil 7 e merece estar na lista das personagens femininas mais incríveis de jogos na minha opinião. E para você que jogou, sim, a parte que eu achei ela totalmente incrível é na cena do navio quase no fim do jogo. Cara… Sem palavras, apenas aplausos.

Aveline de Grandpré – Assassin’s Creed Liberations

Ubisoft

Sinopse: As colônias americanas, 1775. É um momento de agitação civil e política nas Américas. Como um assassino nativo americano luta para proteger sua terra e seu povo, ele vai acender as chamas de uma revolução de uma jovem nação. Assassin’s Creed® III leva você de volta à Guerra Revolucionária Americana, mas não a que você já leu em livros de história… (Fonte: Steam)

Minha opinião: A Aveline se não me engano é a primeira protagonista mulher jogável da franquia Assassin’s Creed. Tem origem franco-africana que foi resgatada por um escravo chamado Agate que acabou tornando seu mentor na irmandade dos assassinos. E a Ubisoft não errou na mão. A história da Aveline é incrível e nos deixa bem boquiabertos durante vários momentos do jogo.

Clementine – The Walking Dead

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Sinopse: The Walking Dead é uma série de jogos com cinco partes no mesmo universo que a série de quadrinhos de Robert Kirkman. Jogue como Lee Everett, um criminoso condenado, que recebeu uma segunda chance de vida em um mundo devastado pelos mortos-vivos. Com cadáveres voltando à vida e sobreviventes sem parar em nada para manter sua própria segurança, protegendo uma menina órfã chamada Clementine pode oferecer-lhe redenção em um mundo ido para o inferno. (Fonte: Steam)

Minha opinião: A CLEMENTINE É UMA FOFA! Hahaha. No primeiro jogo da franquia (o da sinopse), ela é uma órfã cujos pais morreram no apocalipse zumbi e vemos muito a questão da inocência dela e isso é muito lindo. Mesmo em um mundo totalmente perdido, Clem tinha esperanças e era aquela personagem que queremos proteger. Com o passar do tempo e já consciente do mundo apocalíptico a qual está inserida, Clementine vai se tornando mais forte, aprendendo a atirar e matar zumbis e tomando decisões difíceis. Palmas para ela!

Lara Croft – Tomb Raider

Wallpapers Craft

Sinopse: Tomb Raider explora a intensa história de origem de Lara Croft, e sua ascensão de uma jovem mulher a uma sobrevivente experiente. Armada apenas com os seus instintos e a capacidade de ir além dos limites da resistência humana, Lara precisa lutar para desvendar a história sombria de uma ilha esquecida para fugir das suas garras. (Fonte: Steam)

Minha Opinião: Claro que ela tinha que estar nessa lista ou vocês poderiam me chamar de Ronald McDonnald. Acredito que muita gente conhece a franquia da Lara Croft e já jogou ao menos um jogo dela. Não tem discussão, ou você já jogou ou você nasceu faz pouco tempo. Nessa versão remasterizada, vemos uma Lara mais humana, com emoções (algo minimamente explorado no Anniversary e em jogos posteriores) e não aquela “máquina de matar sem sentimentos”.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Fala Juliana
30 de novembro de 2016
Imagem: Pexels.com
Fala galera, tudo certo?
Estou aqui com mais um Fala Juliana, não queria vir com dois posts desse tipo no mês, mas aconteceu uma coisa bem chata no meu feed do Facebook e, para não criar confusão lá, estou fazendo o que eu faço de melhor: desabafar no meu cantinho.
Eu vi o post de um conhecido que me deixou com vontade de ir na casa dele e dar uma porrada. Em pleno ano de 2016 ele coloca “toda vez que uma mulher diz que é gamer, tenho vontade de ver qual jogo da Barbie ela joga”. Desfiz amizade e abri esse post.
Mulheres podem jogar jogos da Barbie? Sim. Da mesma forma que homens podem jogar jogos da Barbie e da mesma forma que mulheres podem jogar Resident Evil.
Para começar o post, eu fiz uma pesquisa sobre tipos de gamers e adivinhem: existem muitos tipos de gamers espalhados por aí! Existe o “Gamer casual (pessoa que joga jogos projetados com uma jogabilidade fácil), o Hardcore gamer (pessoa que passa a maior parte do seu tempo de lazer jogando), Retrogamer (quem gosta de jogar ou reunir jogos vídeo de determinada safra de eras mais antigas), Import gamer (quem gosta de jogar ou colecionar jogos vídeo produzidos internacionalmente), Cyber atleta (um gamer profissional), Gamer regular (um gamer “normal”, aquela da conotação média, intermediário), Gamer Hacker (jogador que burla as regras dos jogos online,utilizando-se de softwares de terceiros para alterar certas características do jogo), Gamer de Sexualidade Específica (um jogador que gosta de jogar jogos de meninas ou uma jogadora que gosta de jogar jogos de meninos) e Gamer Generalista (um jogador que gosta de jogar todos ou a maioria dos gêneros de jogos de videogame com no mínimo um nível de habilidade básica em cada área e não sendo necessariamente um especialista)”. (Fonte: Wikipedia).
Logo, você não é “mais gamer” que alguém que joga Pac Man só porque joga The Order 1886. São jogos diferentes para pessoas diferentes com gostos diferentes. Essa mania de rotular “jogo de menina” e “jogo de menino” é muito antiga e deve ser parada imediatamente. Gosto de muitos jogos que algumas pessoas rotulam como “jogos de meninos”, como jogos de corrida (Forza Horizon, Need For Speed, etc), jogos de luta (Mortal Kombat, Street Fighter, etc) e jogos de tiro (Call of Duty) da mesma forma que gosto de “jogos de meninas” como The Sims, dating games (Amor Doce, Eldarya, etc) e muitos outros. 
O que quero dizer com isso tudo? Pare de rotular as pessoas pelo jogo que ela joga. Se ela gosta de jogar Candy Crush ou Outlast ou Pokémon GO, deixa ela. O propósito do videogame é  entreter e divertir muitas pessoas exatamente por causa da diversidade de jogos existentes pelo mundo.
E vocês, o que acham de quem rotula o que as pessoas jogam só por causa do gênero?
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
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16 de novembro de 2016
Imagem: Site Suco de manga
Fala galera, tudo certo?
Estou aqui para trazer mais uma indicação de jogos para vocês e, desta vez, um jogo mobile bem viciante que está tomando conta de meus dias cada vez mais, que é Clash Royale! O jogo, criado pelos mesmos desenvolvedores de Clash of Clans é um jogo multijogador em tempo real que conta com os personagens do Clash of Clans e novos personagens.
Eu não conheço Clash of Clans, nunca joguei, mas, de tanto meu primo falar de Clash Royale, acabei baixando no começo do ano e gostei bastante do jogo. O objetivo é você montar seu deck de cartas de tropas, feitiços e construções para derrubar as torres do adversário ao mesmo tempo que defende as suas. Quando você ganha, você consegue mais troféus para desbloquear novas arenas e também ganha baús, que desbloqueiam novas cartas e dão dinheiros e gemas
Além disso, o jogo tem a funcionalidade de montar ou entrar para um clã, para compartilhar partidas e trocar cartas, além de socializar com a galera e pegar algumas dicas de decks. Outra coisa bem interessante é a TV Royale, a qual você fica um bom tempo vendo partidas de jogadores do mundo todo e agora tem também os torneios, que são mais chances para você ganhar mais cartas e mais ouro.
O jogo é gratuito para jogar, porém há funcionalidades que são conseguidas com dinheiro de verdade, então cuidado. 

E você? Já conhecia o jogo? Qual estratégia você usa? Vamos trocar ideias de decks!
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
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31 de outubro de 2016
Imagem: Pexels.com
Fala galera linda que eu amo, tudo bem com vocês?
Estou aqui como de costume para mais uma postagem do nosso lindo e maravilhoso melhores do mês, aquela postagem mensal que eu falo sobre coisas que eu mais gostei nesse mês que passou. Em outubro não fiz tanta coisa “uau”, mas fiz muita coisa haha. E vou mostrar aqui as coisas que eu acompanhei esse mês e que eu mais gostei 😀
Série do mês: Girls in the House
Eu já resenhei a série Girls in the House e o canal do Rao já apareceu em um melhores do mês aqui no blog, mas esse mês eu não fiquei vendo muita série, só fiz uma maratona de Girls in the House porque é muito bom e é cheio de memes hahaha. Brincadeiras à parte, a história da web série vai te prender do início ao fim.
Game/App do mês: Clash Royale
Não sei de vocês, mas eu estou total e completamente viciada em Clash Royale. Vou postar uma pequena review sobre o app depois, mas ele é basicamente um jogo de cartas que você joga online contra oponentes do mundo todo e seu objetivo é ganhar novos troféus e baús para subir de nível e ganhar novas cartas.
Livro do mês: Tomb Raider: Os Dez Mil Imortais e Chama da Esperança: A Princesa Renegada
Promessa é dívida meu povo! Li muitos livros esse mês e, entre eles, o que eu mais gostei foi Tomb Raider: Os Dez Mil Imortais e A Chama da Esperança: Princesa Renegada. Tomb Raider narra a história de Lara Croft em busca do Velocino de Ouro para ajudar sua amiga Sam e Chama da Esperança narra a história de Kaira e da guerra contra os Falcões Negros.
Filme do mês: Ghostbusters
Não, não estou falando do filme que, muito provavelmente, seus pais viram um tempo atrás. Falo da adaptação feita nesse ano que conta com Melissa McCarthy (uma das melhores atrizes do mundo na minha opinião), Kristen Wiig, Kate McKinnon e Leslie Jones. Não conhecia muito sobre os filmes e sobre a história, mas eu amei conhecer com esse filme, que trouxe grandes atrizes fazendo um remake de um clássico cujo elenco principal era composto por atores. Sem contar que a história do filme é muito legal, vale a pena ver!
Site do mês: Love is Colorful
Eu gosto MUITO do blog da Bá Nassar, ela é uma fofa e tem um blog fantástico. Se você quer dicas de viagem, blog, produtos, looks e entre outras coisas acessem o blog dela porque ela merece!
Álbum do mês: Britney Spears – Glory
Não sei se já comentei aqui, mas eu tenho praticamente todas as músicas da Britney Spears no meu celular. Sou aquela pessoa que sai de Within Temptation para Britney Spears, de Disney para Anitta haha. Mas enfim, eu gostei MUITO do novo álbum da Britney e estou aqui indicando para vocês hoje 😀
Anime do mês: Orange
SIM, ORANGE DE NOVO. Como eu não tinha visto os últimos episódios antes de lançar a resenha para vocês, eu resolvi rever desde o primeiro episódio e o anime é bem maravilhoso, bem lindo e está aqui de novo!
Canal do YouTube do mês: PenseGeek
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.