Games
28 de agosto de 2017
Fala minha gente, tudo certo? Não é nenhum segredo que eu sou a louca dos otome games. Assim que lança um, eu procuro saber sobre o jogo e, se possível, já testar. E, nessa onda louca de testes de jogos otome que eu andei fazendo, cinco jogos me chamaram muito a atenção. Alguns deles vocês devem conhecer ou já ouviram falar, principalmente por causa de propagandas nas redes sociais.
Então chega de enrolar e vem logo conferir a minha lista com a minha opinião de cada um.

As imagens são de divulgação dos jogos Mystic Messenger, Eldarya, City of Love e Amor Doce.

Série de jogos Is It Love?

Cara, se eu ganhasse uma moeda de dez centavos (sim, dez centavos) toda vez que eu visse propaganda deste jogo, estava jogando em Paris. Sem brincadeiras, eu fiquei tão irritada que eu falei “deixa eu jogar esta coisa para ver se é bom“. E é um jogo que não me agradou tanto, confesso. Mas eu estou no começo da narrativa e parece que para frente fica mais interessante. Neste jogo, a sua personagem vai se apaixonar por um colega de serviço e você vai ter que seguir o resto do jogo com ele. Sim, você não tem escolha. Vai ter um personagem secundário que aparece em uma parte e você tem a opção de ficar com o principal ou o secundário.
Outra coisa que não gostei é o fato do jogo fornecer pouca energia para você executar as ações. São 300 energias que acabam rápido, pois a cada toque para mudar diálogo ou pensamento da sua personagem, você gasta energia. Detalhe: as energias não são cumulativas. E mais uma coisa, para fechar a postagem. E eu já procurei mais sobre os jogos destas séries e descobri que tem cenas de insinuação de sexo, logo eles não são livres para todos os públicos.

City of Love

Este é um jogo que não é muito conhecido, até porque não está em português. Mas o pouco que eu sei do jogo eu achei muito mais interessante. Se bobear, o mais interessante da lista e eu nem sei se encaixa como um otome game, mas tá aqui na lista. Em City of love, a protagonista é uma jornalista recebe um pedido para trabalhar em Paris para cobrir uma investigação. E é isso o que eu sei hahaha. Mas, assim como em Is it Love, há o sistema de energias. Você recebe 100 energias diárias e é contabilizado a cada decisão que você faz.

Eldarya

Eldarya é um jogo que chegou ao Brasil no ano passado, então é bem recente. O jogo é da Beemov, mesma produtora de Amor Doce e é free to play. Nele, você é uma protagonista que caiu em um mundo bem diferente e é obrigada a participar de uma das guardas que ajudam este mundo até arrumar uma forma de voltar para casa. E, como não podia faltar em jogos otome, você pode escolher um entre três (ou quatro, não sabemos se podemos ter algo com o alguém) interesses amorosos. Assim como em todos os jogos, suas ações tem consequências no decorrer do jogo. Para mover ou comprar coisas, você utiliza maanas. Você ganha um total de 50 por dia e pode ganhar mais nos jogos e vendendo seus itens no leilão.

Amor Doce

Sim, ele está na lista. Comecei a jogar Amor Doce bem quando o jogo começou a explodir no Brasil por conta de YouTubers e eu quero chegar ao final do jogo. A questão é de honra, pois eu estou no episódio 17 atualmente e é nós. No jogo, você é uma colegial que chega em uma escola nova escola. Diferente de como é nos jogos Is it Love, a protagonista tem cinco interesses amorosos. Além disso, a protagonista conhece amigas, inimigas e coadjuvantes. Os PA (pontos de ação) são cumulativos e você pode juntar até dizer chega para avançar nos episódios.

Mystic Messenger

Mystic Messenger é um jogo o qual a personagem principal instala um aplicativo misterioso que a leva até a organização de caridade intitulada Rika. Lá, ela conhece 6 novas pessoas e tem a missão de organizar a terceira festa chamando o povo. Como em Amor Doce e em Eldarya, você tem a liberdade de escolher quem será seu interesse amoroso além de descobrir mais sobre a agência.

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E aí? Já jogaram algum deles? Falem se vocês gostaram de algum ou se vocês se interessaram por algum. Tentei deixar o post bem breve e ao mesmo tempo bem completo, mas não sei se deu muito certo.
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Games
15 de março de 2017

Fala galera, tudo certo com vocês? Vamos falar no post de hoje sobre um jogo que eu gostei bastante, mesmo vendo só gameplays: Resident Evil 7.

Divulgação

Título: RESIDENT EVIL 7 biohazard / BIOHAZARD 7 resident evil

Gênero: Violência, Violência detalhada, Ação, Aventura

Desenvolvedor: CAPCOM Co., Ltd.

Distribuidora: CAPCOM Co., Ltd.

Data de lançamento: 24/jan/2017

Sobre o jogo: Resident Evil 7 biohazard é o próximo grande lançamento da renomada série Resident Evil. O jogo cria um novo curso para a franquia ao trazer à tona suas raízes e abrir a porta pra uma experiência de horror realmente aterrorizante. Passado na área rural dos Estados Unidos atualmente e após os dramáticos eventos de Resident Evil® 6, jogadores vivenciam o terror diretamente em uma perspectiva de primeira pessoa. Resident Evil 7 incorpora os elementos de exploração e a atmosfera tensa que são marca registrada da série e que criaram o “sobrevivência ao terror” cerca de vinte anos atrás. Enquanto isso, uma atualização completa dos sistemas de jogo simultaneamente impulsionam a experiência do sobrevivência ao terror a um próximo nível.

Informações retiradas do site da Steam.

Jogo disponível para PC, XBox One e PS4. Também disponível para Realidade Virtual.

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Eu já vou começar falando que eu não sou uma grande fã de jogos de terror. Geralmente eu assisto gameplays deste gênero para rir do desespero e dos gritos das pessoas. Porém tem aquele detalhe: eu apenas assisti gameplays de RE7, não joguei porque eu sou pobre e cagona.

O jogo é ambientado em primeira pessoa e o jogador controla Ethan Walkers, um homem que vai procurar a esposa desaparecida há três anos. Durante um tempo, Mia enviou vídeos para Ethan e, no último deles, ela diz para o marido ficar longe. E o cabeçudo vai atrás dela, obviamente.

Ethan viaja até uma área do interior dos Estados Unidos e para em uma casa. Ele procura para saber mais informações sobre as pessoas, mas só encontra uma gravação em uma fita. Ao ver a fita, descobrimos que caçadores de mitos estavam na casa, buscando alguma evidência sobrenatural e eles acabaram com um fim trágico.

A partir da exploração, encontramos mais informações sobre a família que vivia naquela casa, sobre a infecção que aconteceu e, no final do jogo, conseguimos descobrir quem tem culpa.

O jogo é bem elaborado, com um plot twist que nos deixa boquiabertos. Outra coisa interessante é a escolha se salvamos Mia ou Zoe. Dependendo da sua escolha, o final do jogo vai ser bom ou ruim. Acredito que esta opção de escolha pode ser melhor explorada em próximos jogos da franquia. Referente aos sustos, até que eu não tomei TANTO susto assim. Só alguns.

Um ponto negativo do jogo é sobre a cura. Mesmo que seja um ponto que 90% dos jogos precisam melhorar, é estranho a forma de cura. Durante a história, tomamos facadas, somos atacados e muitas coisas e nos curamos com álcool. Santa cachaça!

E vocês, já jogaram Resident Evil 7 ou querem jogar? Quais suas experiências com games de terror?

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Games
8 de março de 2017

Fala galerinha do meu coração, tudo bem com vocês? Queria fazer um post em homenagem ao dia da mulher e fiquei pensando qual seria a postagem. Tive a missão nesse post de separar as personagens femininas de jogos mais incríveis que eu conheço. Vem ver se sua personagem favorita está na minha lista!

Disclaimer: Separei apenas quatro personagens na lista pois o post estava imenso. E as personagens estão inseridas aleatoriamente, sem ordem de preferência. Boa leitura!

Mia Walkers – Resident Evil 7

Divulgação

Sinopse do jogo: Resident Evil 7 biohazard é o próximo grande lançamento da renomada série Resident Evil e cria um novo curso para a franquia ao trazer à tona suas raízes e abrir a porta pra uma experiência de horror realmente aterrorizante. Uma mudança dramática na série para uma visão em primeira pessoa em um estilo fotorrealista, gerido pelo novo RE Engine da Capcom, Resident Evil 7 traz um nível de imersão sem precedentes que torna a trama de horror mais próxima e pessoal. Passado na área rural dos Estados Unidos atualmente e após os dramáticos eventos de Resident Evil® 6, jogadores vivenciam o terror diretamente em uma perspectiva de primeira pessoa. Resident Evil 7 incorpora os elementos de exploração e a atmosfera tensa que são marca registrada da série e que criaram o “sobrevivência ao terror” cerca de vinte anos atrás. Enquanto isso, uma atualização completa dos sistemas de jogo simultaneamente impulsionam a experiência do sobrevivência ao terror a um próximo nível. (Fonte: Steam)

Minha opinião: Muitas pessoas não gostam da Mia neste jogo, no começo eu não gostava muito dela, mas quando estava perto do final do jogo eu comecei a achar a Mia a melhor personagem. Não vou dar spoilers aqui, mas a Mia aguentou poucas e boas em Resident Evil 7 e merece estar na lista das personagens femininas mais incríveis de jogos na minha opinião. E para você que jogou, sim, a parte que eu achei ela totalmente incrível é na cena do navio quase no fim do jogo. Cara… Sem palavras, apenas aplausos.

Aveline de Grandpré – Assassin’s Creed Liberations

Ubisoft

Sinopse: As colônias americanas, 1775. É um momento de agitação civil e política nas Américas. Como um assassino nativo americano luta para proteger sua terra e seu povo, ele vai acender as chamas de uma revolução de uma jovem nação. Assassin’s Creed® III leva você de volta à Guerra Revolucionária Americana, mas não a que você já leu em livros de história… (Fonte: Steam)

Minha opinião: A Aveline se não me engano é a primeira protagonista mulher jogável da franquia Assassin’s Creed. Tem origem franco-africana que foi resgatada por um escravo chamado Agate que acabou tornando seu mentor na irmandade dos assassinos. E a Ubisoft não errou na mão. A história da Aveline é incrível e nos deixa bem boquiabertos durante vários momentos do jogo.

Clementine – The Walking Dead

Divulgação

Sinopse: The Walking Dead é uma série de jogos com cinco partes no mesmo universo que a série de quadrinhos de Robert Kirkman. Jogue como Lee Everett, um criminoso condenado, que recebeu uma segunda chance de vida em um mundo devastado pelos mortos-vivos. Com cadáveres voltando à vida e sobreviventes sem parar em nada para manter sua própria segurança, protegendo uma menina órfã chamada Clementine pode oferecer-lhe redenção em um mundo ido para o inferno. (Fonte: Steam)

Minha opinião: A CLEMENTINE É UMA FOFA! Hahaha. No primeiro jogo da franquia (o da sinopse), ela é uma órfã cujos pais morreram no apocalipse zumbi e vemos muito a questão da inocência dela e isso é muito lindo. Mesmo em um mundo totalmente perdido, Clem tinha esperanças e era aquela personagem que queremos proteger. Com o passar do tempo e já consciente do mundo apocalíptico a qual está inserida, Clementine vai se tornando mais forte, aprendendo a atirar e matar zumbis e tomando decisões difíceis. Palmas para ela!

Lara Croft – Tomb Raider

Wallpapers Craft

Sinopse: Tomb Raider explora a intensa história de origem de Lara Croft, e sua ascensão de uma jovem mulher a uma sobrevivente experiente. Armada apenas com os seus instintos e a capacidade de ir além dos limites da resistência humana, Lara precisa lutar para desvendar a história sombria de uma ilha esquecida para fugir das suas garras. (Fonte: Steam)

Minha Opinião: Claro que ela tinha que estar nessa lista ou vocês poderiam me chamar de Ronald McDonnald. Acredito que muita gente conhece a franquia da Lara Croft e já jogou ao menos um jogo dela. Não tem discussão, ou você já jogou ou você nasceu faz pouco tempo. Nessa versão remasterizada, vemos uma Lara mais humana, com emoções (algo minimamente explorado no Anniversary e em jogos posteriores) e não aquela “máquina de matar sem sentimentos”.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Fala Juliana
30 de novembro de 2016
Imagem: Pexels.com
Fala galera, tudo certo?
Estou aqui com mais um Fala Juliana, não queria vir com dois posts desse tipo no mês, mas aconteceu uma coisa bem chata no meu feed do Facebook e, para não criar confusão lá, estou fazendo o que eu faço de melhor: desabafar no meu cantinho.
Eu vi o post de um conhecido que me deixou com vontade de ir na casa dele e dar uma porrada. Em pleno ano de 2016 ele coloca “toda vez que uma mulher diz que é gamer, tenho vontade de ver qual jogo da Barbie ela joga”. Desfiz amizade e abri esse post.
Mulheres podem jogar jogos da Barbie? Sim. Da mesma forma que homens podem jogar jogos da Barbie e da mesma forma que mulheres podem jogar Resident Evil.
Para começar o post, eu fiz uma pesquisa sobre tipos de gamers e adivinhem: existem muitos tipos de gamers espalhados por aí! Existe o “Gamer casual (pessoa que joga jogos projetados com uma jogabilidade fácil), o Hardcore gamer (pessoa que passa a maior parte do seu tempo de lazer jogando), Retrogamer (quem gosta de jogar ou reunir jogos vídeo de determinada safra de eras mais antigas), Import gamer (quem gosta de jogar ou colecionar jogos vídeo produzidos internacionalmente), Cyber atleta (um gamer profissional), Gamer regular (um gamer “normal”, aquela da conotação média, intermediário), Gamer Hacker (jogador que burla as regras dos jogos online,utilizando-se de softwares de terceiros para alterar certas características do jogo), Gamer de Sexualidade Específica (um jogador que gosta de jogar jogos de meninas ou uma jogadora que gosta de jogar jogos de meninos) e Gamer Generalista (um jogador que gosta de jogar todos ou a maioria dos gêneros de jogos de videogame com no mínimo um nível de habilidade básica em cada área e não sendo necessariamente um especialista)”. (Fonte: Wikipedia).
Logo, você não é “mais gamer” que alguém que joga Pac Man só porque joga The Order 1886. São jogos diferentes para pessoas diferentes com gostos diferentes. Essa mania de rotular “jogo de menina” e “jogo de menino” é muito antiga e deve ser parada imediatamente. Gosto de muitos jogos que algumas pessoas rotulam como “jogos de meninos”, como jogos de corrida (Forza Horizon, Need For Speed, etc), jogos de luta (Mortal Kombat, Street Fighter, etc) e jogos de tiro (Call of Duty) da mesma forma que gosto de “jogos de meninas” como The Sims, dating games (Amor Doce, Eldarya, etc) e muitos outros. 
O que quero dizer com isso tudo? Pare de rotular as pessoas pelo jogo que ela joga. Se ela gosta de jogar Candy Crush ou Outlast ou Pokémon GO, deixa ela. O propósito do videogame é  entreter e divertir muitas pessoas exatamente por causa da diversidade de jogos existentes pelo mundo.
E vocês, o que acham de quem rotula o que as pessoas jogam só por causa do gênero?
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
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16 de novembro de 2016
Imagem: Site Suco de manga
Fala galera, tudo certo?
Estou aqui para trazer mais uma indicação de jogos para vocês e, desta vez, um jogo mobile bem viciante que está tomando conta de meus dias cada vez mais, que é Clash Royale! O jogo, criado pelos mesmos desenvolvedores de Clash of Clans é um jogo multijogador em tempo real que conta com os personagens do Clash of Clans e novos personagens.
Eu não conheço Clash of Clans, nunca joguei, mas, de tanto meu primo falar de Clash Royale, acabei baixando no começo do ano e gostei bastante do jogo. O objetivo é você montar seu deck de cartas de tropas, feitiços e construções para derrubar as torres do adversário ao mesmo tempo que defende as suas. Quando você ganha, você consegue mais troféus para desbloquear novas arenas e também ganha baús, que desbloqueiam novas cartas e dão dinheiros e gemas
Além disso, o jogo tem a funcionalidade de montar ou entrar para um clã, para compartilhar partidas e trocar cartas, além de socializar com a galera e pegar algumas dicas de decks. Outra coisa bem interessante é a TV Royale, a qual você fica um bom tempo vendo partidas de jogadores do mundo todo e agora tem também os torneios, que são mais chances para você ganhar mais cartas e mais ouro.
O jogo é gratuito para jogar, porém há funcionalidades que são conseguidas com dinheiro de verdade, então cuidado. 

E você? Já conhecia o jogo? Qual estratégia você usa? Vamos trocar ideias de decks!
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.