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29 de setembro de 2015
Fala galera bacana, tudo certo com vocês?
Eu demorei, mas estou aqui com mais uma resenha dos mangás de Fairy Tail depois de receber muitos comentários positivos sobre as resenhas de mangás (vocês não sabem como isso é bom, sério, obrigada mesmo). Como são muitos volumes (mais de 50 volumes e mais de 400 capítulos – incluindo os que não foram publicados), eu não tenho condições de comprar (ainda) e estou lendo online e procurando as edições equivalentes, no mesmo esquema que eu fiz com os mangás de Sailor Moon. 
Ainda não sei se vou fazer o esquema de juntar vários mangás e fazer uma resenha (muito provavelmente eu vou fazer isso) mas, enquanto não resolvo, vamos resenhar um por um, certo?
O mangá começa com Natsu e Happy acompanhando Lucy em sua primeira missão na cidade de Shirotsume. O cliente é Kirby Melon, que solicita para Natsu e Lucy queimarem a única cópia de um livro chamado “Day Break”, que está com o Duque de Evaroo. 
Ao ter o livro em mãos, Lucy fica espantada ao ver que o autor é o mago Kemo Zaleon, um mago o qual é muito fã. Ao ler algumas partes do livro, descobre que ele esconde um segredo e não desiste até descobrir qual é. Porém, quando revelou que o livro contém um segredo, despertou o interesse do Duque, que não vai desistir da obra.
O segundo volume foca nessa primeira missão de Lucy e conhecemos mais da magia da maga e da personalidade de Natsu. Os desenhos continuam meio zoados (quando eu for para os últimos mangás com os traços mais atuais, vocês verão que Hiro Mashima é uma das provas de que todo Pokemón evolui) e a tradução lida não teve erros. Se você gosta de mangás de fantasia e de briga, Fairy Tail é uma boa pedida!
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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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