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30 de dezembro de 2015
Konnichua minna!
Tudo bem com vocês nessa noite de quarta-feira que vem com uma mega retrospectiva dos melhores do ano de 2015 na minha opinião? 
Estou aqui com a minha listinha de melhores do ano e confesso que foi. muito. difícil. escolher. Se eu já sou uma pessoa eufórica com os melhores do mês, já fico sofrendo escolhendo cada um para o mês, imagina para o ano? Eu fiquei dias e dias pensando em muitas categorias, até que temos os vencedores:
Série do ano: Daredevil

Sem dúvidas, essa foi a melhor série de 2015. Daredevil (ou Demolidor) é uma série que narra a história de Matt Murdock, um advogado que perdeu a visão quando criança. Porém, ao ficar cego, Matt criou poderes sensoriais. Depois de um tempo, vendo os crimes do bairro de Hell’s Kitchen, ele decide se tornar um justiceiro e encarar o crime de frente.  E mais uma vez: obrigada por criar Daredevil, Netflix <3

Game/App do ano: Rise of the Tomb Raider

Que eu sempre fui fã de Tomb Raider todos já sabem, mas esse ano teve o melhor jogo da franquia (na minha opinião). Enquanto eu jogava, fiquei com muitas saudades de jogar Tomb Raider: the Angel of Darkness e tive aquele feeling de querer jogar tudo de novo no pc. Mas como o meu pc mal mal aguenta a internet, ficarei sem nada por enquanto.

Filme do ano: Star Wars Episódio VII – O Despertar da Força

Como fazer uma nerd feliz: continue a saga de filmes favorita dela. E, em The Force Awakens, eu me senti com dez anos de novo, vendo os filmes e ficando apreensiva. O filme superou as minhas expectativas e quero vê-lo mais muitas vezes <3

Livro do ano: Bruna Vieira – A Menina que Colecionava Borboletas

Esse ano eu li muito livro escrito por autores nacionais, o que eu gostei bastante, pois minha opinião sobre muitas obras era baseada em resenhas, e eu não sabia que as obras eram tão boas. Esse ano, uma obra que ganhou meu coração foi “A Menina que Colecionava Borboletas”, escrita pela mineira Bruna Vieira. É um livro de contos e poemas e contos escritos pela Bruna e vale muito a pena ler.

Site do ano: Netflix

Uma das melhores (se não a melhor) invenção do mundo que eu consegui usufruir somente esse ano sem dúvidas é a Netflix, que disponibiliza séries, animes, filmes e novelas (incluindo produções originais) e um dos melhores investimentos que eu tenho, pois são R$ 20,00 por mês e eu assisto à vontade.

Álbum do ano: 25, de Adele

Hello. It’s me. I was wondering if after all there years, you’d like to give me the #1 in everything. Sim, a música dela deveria ser assim porque essa música chegou em novembro assim como o álbum e ganhou tudo, começando pelo título de álbum do ano. Vou fazer uma resenha do álbum em breve e já posto para vocês.

Anime do ano: Fairy Tail

Fairy Tail não é desse ano, eu sei, mas foi um anime que me prendeu dia e noite, fiquei assistindo dia após dia sem parar, chorei, ri, sofri e desesperei com muitos episódios. No momento, o anime acabou mais um arco e estou levemente abandonada (aceito pessoas querendo comentar comigo he).

Canal do YouTube do ano: Cadê a Chave?

Esse ano eu fiquei um bom tempo procurando coisas no YouTube, vendo os vídeos de uma galera de youtubers, mas eu tenho que selecionar apenas um para a categoria. Os escolhidos foram Nilce Moretto e Leon Martins, do canal Cadê a Chave, o qual eles postam vlogs de seu cotidiano no Canadá. 

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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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