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18 de setembro de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Mais uma segundona que eu finalmente resolvi procurar saber mais sobre um jogo. Uncharted: The Lost Legacy é um jogo que eu estava doida para ver mais sobre e ele não decepcionou. Vem conhecer um pouco mais sobre este jogo maravilhoso!

Sobre o jogo:

A desenvolvedora aclamada pela crítica Naughty Dog lança a primeira aventura independente da história da franquia Uncharted, liderada pela personagem favorita dos fãs, Chloe Frazer.

Para recuperar um antigo lendário artefato indiano e mantê-lo longe do alcance de um aproveitador implacável de guerra, Chloe Frazer deve recorrer à ajuda da renomada mercenária Nadine Ross (de Uncharted 4: A Thief’s End). Juntas, elas se aventurarão pelas montanhas da Índia em busca do lendário artefato. Ao longo do caminho, elas aprenderão a trabalhar juntas para desvendar o mistério do artefato, lutar contra a forte oposição e impedir que a região caia no caos.

Fonte: Playstation.com

Minha opinião:

Achei diferente a ambientação deste Uncharted. O ambiente Índia + selva, com vários elementos da cultura indiana presentes foi algo definitivamente incrível. No jogo, controlamos Chloe, uma caçadora de recompensas que busca a presa de Ganesh junto com Nadine.

Durante o jogo, conhecemos mais sobre a história de Chloe, a relação da garota com o pai e a motivação dela para procurar a relíquia. Além da história, duas coisas me fascinaram bastante na história. A primeira é a inteligência da Chloe. Deu para ver que a produção do jogo estudou para cacete as lendas indianas antes de inserir no jogo. A segunda coisa é o gráfico do jogo. Algumas cenas ficaram tão bem feitas que até parece fotografia do lugar, de tão real que ficou.

O jogo, exclusivo para PlayStation 4 até o momento, deixa os jogadores com um gostinho de “quero mais”. Sem contar que, no final, dá vontade de jogar tudo de novo!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
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15 de setembro de 2017
Fala minha gente, tudo bem? Estou aqui, nesta sexta-feira bem empolgada (uhu) com uma pequena resenha para vocês. O jogo da vez é um que eu estava muito ansiosa para ver gameplays. Sim, porque jogar exige dinheiro e eu não tenho dinheiro no momento. O jogo é Life is Strange: Before the Storm e é um prequel do jogo Life is Strange, que já resenhei aqui no blog.

Confira a resenha de Life is Strange!

Sobre o jogo:

Life is Strange: Before the Storm é uma nova história independente, dividida em três partes, que se passa três anos antes do primeiro jogo desta franquia vencedora do prêmio BAFTA.
Você joga com Chloe Price, uma jovem de 16 anos que faz uma amizade inesperada com Rachel Amber, uma garota bonita e popular destinada ao sucesso.
Quando Rachel descobre um segredo familiar que ameaça destruir o mundo dela, é a nova amizade com Chloe que dá forças para ela seguir em frente.
Agora juntas, as garotas precisam confrontar os demônios uma da outra e encontrar uma forma de superá-los.
(Informações retiradas do site da Steam)

Minha opinião:

O primeiro jogo me surpreendeu positivamente, é um jogo que nos insere na história. Na primeira parte, choramos, sofremos e torcíamos por Max Caufield. A jovem Max controlava o tempo, então podíamos refazer certas ações do jogo e ver a história tomar outro rumo. Em Life is Strange: Before the Storm, controlamos Chloe Price, a amiga de cabelos azuis de Max, mas sem ter cabelos azuis. O jogo se passa dois ou três anos após a morte do pai de Chloe e começa com a jovem indo para um show em um galpão abandonado. Lá, Chloe acaba se metendo em algumas confusões e é salva pela Rachel Amber. Sim, a garota desaparecida do primeiro jogo. E após isso as duas começam a ter uma amizade.
Diferente do primeiro jogo, Chloe não tem poderes de controlar o tempo. Porém, ela tem o poder de bate-boca. Você discute com outras pessoas para ganhar o que quer e eu achei super criativo. O poder da Chloe é ganhar discussões no bate-boca! Gostei bastante da proposta do jogo de mostrar a história da Chloe enquanto ela estava com a Rachel. Outra coisa que eu achei bem interessante é a mudança de alguns personagens, como a Victoria e o Nathan. Além disso, percebemos o começo de mudanças que marcaram a história do primeiro jogo. E uma coisa que foi uma surpresa para mim foi ver a Rachel punk. Sempre imaginei que ela fosse certinha e tudo mais, só que o jogo mostra ao contrário.
Eu gostei muito de acompanhar o primeiro episódio e já estou no aguardo do segundo. E vocês? Já conheciam o jogo? Digam mais nos comentários e vem surtar comigo!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
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6 de setembro de 2017

E aí minha gente, tudo certo? Em agosto deste ano, a Bloober Team S.A. (mesma desenvolvedora de Layers of Fear) lançou o jogo Observer. Com uma pegada mais Steampunk, o jogo é um terror o qual você entra na mente das pessoas e, com isso, descobrir mistérios.

Sobre o jogo

O que você faria se seus medos fossem hackeados?

O ano é 2084. Você é Daniel Lazarski, um detetive neural de elite conhecido como o Observador que faz parte de uma unidade policial financiada por uma grande corporação. Seu trabalho é hackear e invadir a mente de suspeitos. Quando recebe uma mensagem misteriosa de seu filho há muito afastado, um engenheiro de alto nível da poderosa Corporação Chiron, você viaja para os cortiços Classe C de Krakow para investigar. Na medida em que hackeia as mentes de criminosos e vítimas para encontrar pistas, você é forçado a reviver seus medos mais sombrios. Até onde você irá para descobrir a verdade?

Desenvolvido pela Bloober Team, os criadores de Layers of Fear, >observer_ é um jogo de terror cyberpunk feito para um público adulto. O que você verá vai mexer com os seus nervos.

(Texto: Steam)

Jogabilidade

Eu achei a jogabilidade muito diferente e bem completa. Daniel tem implantes robóticos e o jogo aproveitou isso muito bem, colocando novas formas de analisar as cenas. Além da visão normal, o personagem tem visão eletromagnética e a visão biológica. Na visão eletromagnética, o protagonista examina dispositivos eletrônicos e, na visão biológica que, obviamente, examina as questões biológicas. Estas duas visões fazem com que Daniel seja capaz de analisar e destacar certos objetos presentes no ambiente em sua mente.

Sobre o terror do jogo eu confesso que ele me surpreendeu bastante. Não é como a maior parte dos jogos de terror, que o susto vem nos primeiros segundos. O terror vem gradativamente, o que eu acho extremamente positivo para o jogo.

Vocês já conheciam o jogo? Se interessaram? Me contem nos comentários!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Games
4 de setembro de 2017
Fala galera, tudo certinho com vocês, seus lindos? Recentemente a EA anunciou a próxima expansão do jogo The Sims 4, que será com gatos e cães. Porém eu estava comentando com a Bárbara Nassar (acompanhe o canal dela) em uma live que ela fez no canal dela e pensei neste post. Quais são as expansões de The Sims 4 que eu mais quero ver no jogo?
Lembrando que, até o fim do post, nenhuma destas expansões foram confirmadas. Estou somente desejando essas expansões (e dinheiro para comprar todas). Ah, e alguns recursos que eu citei podem ter conteúdos personalizados que simulam. Porém, como eu não uso CPs, queria uma expansão com essas coisas.

1. Carros e motos

Com certeza o jogo iria necessitar de muito espaço. O mundo já é aberto e gasta se não me engano 2GB de memória Ram. Com carros para rodar a cidade toda ia ficar muito mais pesado, obviamente. Mas quem liga? Imagina chegar nos lugares com carros? Ou, se seu sim for rico, ter um motorista particular? Gente, ia ser muito bacana.

2. Sobrenatural

A expansão de vampiros é ótima, apesar de enjoar muito rápido. Mas se fosse junto em um pacote sobrenatural, com certeza seria bem melhor. Cara, além de vampiros, poderíamos controlar zumbis, lobisomens, reviver sims mortos de forma mais fácil, etc. E as profissões? Por favor, quero logo imitar os Winchesters em The Sims 4 galera!

3. Estrelas

O The Sims 3 teve uma expansão chamada Katy Perry: Showtime, que incluía palcos, cabelos e muito mais itens relacionados a Katy Perry. Por que não melhorar e trazer ao The Sims 4 algo assim? Mas nem precisa ficar preso a um artista: faz um showtime incluindo muitos artistas famosos! Imagina que louco seria você criar um estúdio de gravação na sua casa?  E ter a opção de marcar show em bares e essas coisas? Ter a opção de você ser um produtor musical ou um cineasta ou um dançarino? Seria muito bacana.

4. Lugares do mundo

Lembram do The Sims 2: Bon Voyage? O The Sims 4 precisa de algo assim. No momento só tem férias para o campo ou para a sua casa. Poxa EA! Vamos colocar os Sims para dar uns rolés na Times Square, tomar café de frente a Torre Eiffel ou fazer um passeio romântico em Veneza!

5. Rastro de crimes

Mano, imagina uma expansão inspirada em Carmen San Diego? Que você é um detetive e tem que prender uma gangue? GENTE, ISSO SERIA FANTÁSTICO. A “Carmen” deixaria pistas em lugares, deixaria não só um rastro de crimes, mas também de assassinatos… GENTE! Seria fantástico! E iria melhorar muito a carreira de detetive na expansão “Ao Trabalho”.

E aí, gostaram do post sobre as expansões de The Sims 4 que eu quero?

Deixe o seu comentário para que eu saiba!
E, se você trabalha na EA e está vendo esse post, eu aceito testar estas expansões e outras hahaha só mandar e-mail para contatojuki@loucurasaovento.com.
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Games
28 de agosto de 2017
Fala minha gente, tudo certo? Não é nenhum segredo que eu sou a louca dos otome games. Assim que lança um, eu procuro saber sobre o jogo e, se possível, já testar. E, nessa onda louca de testes de jogos otome que eu andei fazendo, cinco jogos me chamaram muito a atenção. Alguns deles vocês devem conhecer ou já ouviram falar, principalmente por causa de propagandas nas redes sociais.
Então chega de enrolar e vem logo conferir a minha lista com a minha opinião de cada um.

As imagens são de divulgação dos jogos Mystic Messenger, Eldarya, City of Love e Amor Doce.

Série de jogos Is It Love?

Cara, se eu ganhasse uma moeda de dez centavos (sim, dez centavos) toda vez que eu visse propaganda deste jogo, estava jogando em Paris. Sem brincadeiras, eu fiquei tão irritada que eu falei “deixa eu jogar esta coisa para ver se é bom“. E é um jogo que não me agradou tanto, confesso. Mas eu estou no começo da narrativa e parece que para frente fica mais interessante. Neste jogo, a sua personagem vai se apaixonar por um colega de serviço e você vai ter que seguir o resto do jogo com ele. Sim, você não tem escolha. Vai ter um personagem secundário que aparece em uma parte e você tem a opção de ficar com o principal ou o secundário.
Outra coisa que não gostei é o fato do jogo fornecer pouca energia para você executar as ações. São 300 energias que acabam rápido, pois a cada toque para mudar diálogo ou pensamento da sua personagem, você gasta energia. Detalhe: as energias não são cumulativas. E mais uma coisa, para fechar a postagem. E eu já procurei mais sobre os jogos destas séries e descobri que tem cenas de insinuação de sexo, logo eles não são livres para todos os públicos.

City of Love

Este é um jogo que não é muito conhecido, até porque não está em português. Mas o pouco que eu sei do jogo eu achei muito mais interessante. Se bobear, o mais interessante da lista e eu nem sei se encaixa como um otome game, mas tá aqui na lista. Em City of love, a protagonista é uma jornalista recebe um pedido para trabalhar em Paris para cobrir uma investigação. E é isso o que eu sei hahaha. Mas, assim como em Is it Love, há o sistema de energias. Você recebe 100 energias diárias e é contabilizado a cada decisão que você faz.

Eldarya

Eldarya é um jogo que chegou ao Brasil no ano passado, então é bem recente. O jogo é da Beemov, mesma produtora de Amor Doce e é free to play. Nele, você é uma protagonista que caiu em um mundo bem diferente e é obrigada a participar de uma das guardas que ajudam este mundo até arrumar uma forma de voltar para casa. E, como não podia faltar em jogos otome, você pode escolher um entre três (ou quatro, não sabemos se podemos ter algo com o alguém) interesses amorosos. Assim como em todos os jogos, suas ações tem consequências no decorrer do jogo. Para mover ou comprar coisas, você utiliza maanas. Você ganha um total de 50 por dia e pode ganhar mais nos jogos e vendendo seus itens no leilão.

Amor Doce

Sim, ele está na lista. Comecei a jogar Amor Doce bem quando o jogo começou a explodir no Brasil por conta de YouTubers e eu quero chegar ao final do jogo. A questão é de honra, pois eu estou no episódio 17 atualmente e é nós. No jogo, você é uma colegial que chega em uma escola nova escola. Diferente de como é nos jogos Is it Love, a protagonista tem cinco interesses amorosos. Além disso, a protagonista conhece amigas, inimigas e coadjuvantes. Os PA (pontos de ação) são cumulativos e você pode juntar até dizer chega para avançar nos episódios.

Mystic Messenger

Mystic Messenger é um jogo o qual a personagem principal instala um aplicativo misterioso que a leva até a organização de caridade intitulada Rika. Lá, ela conhece 6 novas pessoas e tem a missão de organizar a terceira festa chamando o povo. Como em Amor Doce e em Eldarya, você tem a liberdade de escolher quem será seu interesse amoroso além de descobrir mais sobre a agência.

 -xx-

E aí? Já jogaram algum deles? Falem se vocês gostaram de algum ou se vocês se interessaram por algum. Tentei deixar o post bem breve e ao mesmo tempo bem completo, mas não sei se deu muito certo.
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.