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8 de Janeiro de 2018

Muito provavelmente você já ouviu falar do mais novo jogo da Blizzard, Overwatch. Duvidei que o jogo era bom e acabei ficando viciada no game. Vem conhecer um pouco mais sobre a história, os personagens e o jogo fantástico que é Overwatch.

Imagem: Business Wire

Anunciado em 2014 mas lançado oficialmente em 2016, Overwatch é um jogo multiplayer de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Blizzard (mesma desenvolvedora de Heroes of the Storm, World of Warcraft, Hearthstone e muitos outros). O jogo está disponível nas plataformas PC, XBox One e PlayStation 4. Até o fim da escrita deste post, a versão para PC do jogo está em promoção em seu site oficial e você pode comprar clicando aqui.

A história de Overwatch

Acredito que não adianta falar muito sobre a jogabilidade sem falar antes da história do jogo.  O jogo se passa na Terra em um futuro após a guerra Omnica, que foi uma revolta de robôs no mundo inteiro que gerou um grande conflito. Querendo o fim deste conflito, as Nações Unidas criaram a Overwatch para proteger a humanidade e acabar com a crise.

E a Overwatch realmente protegeu o povo por muito tempo até que, depois de muitos incidentes de atividade criminosa surgirem em todo o mundo, acusações de corrupção e de sedição começaram a surgir e o pessoal da organização começou a ser visto com desconfiança até que um dia a sede da Overwatch foi destruída em um ataque que também causou a morte de Jack Morrison (Soldado: 76) e Gabriel Reyes (Reaper), o líder e o segundo-em-comendo. Com isso, a organização foi dissolvida.

Porém, com novos ataques dos robôs que oprimem os humanos, há a necessidade do time se unir novamente.

Os personagens

Em Overwatch, os personagens são divididos em quatro funções, uma vez que são heróis com habilidades semelhantes:

  • Ofensivo: personagens ofensivos têm alta mobilidade e são conhecidos por sua capacidade de causar grandes quantidades de dano. Para equilibrar isso, personagens ofensivos têm um baixo número de pontos de vida. Nesses heróis temos como exemplo Sombra, McCree, Tracer (filha da puta que todos odeiam) e outros.
  • Defesa: personagens de defesa se sobressaem em proteger locais específicos e na criação de pontos de obstrução. Eles também podem fornecer vários auxílios de campo, tais como torres-sentinela e armadilhas. Seus heróis são Bastion, Widowmaker, Mei e outros.
  • Tanque: de todos os personagens do jogo, os personagens Tanque são os que mais possuem pontos de vida. Devido a isso, eles são capazes de chamar a atenção do inimigo para longe de seus companheiros de equipe, também como para atrapalhar o time inimigo. Eu particularmente prefiro jogar de tanques, como a D.Va, Roadhog, Zarya e outros.
  • Suporte: personagens de Suporte são personagens que têm habilidades que melhoram a sua própria equipe e/ou enfraquecem o inimigo. Eles podem não ser os que causam mais dano ou possuem mais pontos de vida, mas os buffs e debuffs que fornecem garantem que seus companheiros de equipe terão menos trabalho para lidar com adversários. Nessa classificação temos Zenyatta, Mercy, Moira e outros.

Imagem: Pinterest

Modos de jogo

Em Overwatch, há oito modos de jogo distintos:

  • ARENA: Em cenários de 1×1 ou 3×3, cada equipe tenta matar todos os adversários.
  • ATAQUE: Os atacantes lutam para capturar uma série de objetivos; os defensores impedem o progresso deles até que o tempo se esgote.
  • ATAQUE/ESCOLTA: Primeiro os atacantes capturam a carga, depois a levam ao seu destino; os defensores tentam impedi-los.
  • CAPTURE A BANDEIRA: Duas equipes de seis jogadores lutam para capturar a bandeira da equipe inimiga enquanto defendem sua própria bandeira.
  • COMBATE ATÉ A MORTE: Oito jogadores se enfrentam em partidas de todos contra todos decididas pelo número de eliminações.
  • COMBATE ATÉ A MORTE EM EQUIPE: Duas equipes de quatro jogadores se enfrentam para obter mais eliminações.
  • CONTROLE: Duas equipes lutam para capturar e assegurar um objetivo de cada vez. A primeira equipe a ganhar duas rodadas vence a partida.
  • ESCOLTA: Os atacantes escoltam uma carga até um ponto de entrega, enquanto os defensores tentam impedir que a carga chegue ao seu destino antes que o tempo acabe.

A review de Overwatch

Depois de falar sobre os principais pontos do jogo, tenho, obviamente, que dar minha sincera opinião do jogo. Eu via Gameplays e não achava interessante o jogo, para mim era um coop online como Dota e LoL. Comprei e comecei a jogar, gostei bastante da jogabilidade. Pelo menos no PC, os comandos são bem simples e de fácil controle. A única coisa que eu não gostei pois não sou acostumada é com o sistema de primeira pessoa. Sou acostumada com jogos em terceira pessoa, então foi um choque jogar em primeira pessoa.

Outra coisa que eu achei bem interessante é a personalidade de cada herói. Além de terem personalidades diferentes, cada personagem tem sua história que, mesmo não explícita no jogo, é bem complexa mesmo que curta.

Enfim, não é a toa que Overwatch conquistou (e conquista) muitos jogadores ao redor do mundo. A jogabilidade é fácil, os comandos são tranquilos e os personagens são cativantes, cada um do seu jeito. Outra coisa que eu gostei é a representatividade no jogo. Com certeza você vai encontrar um personagem e acabar se apaixonando por ele.

Imagem: Tenor

E aí, vocês já jogaram Overwatch? Querem ver mais posts sobre o jogo? Deixem seu comentário!

As informações deste post foram retiradas dos sites Wikia Overwatch, Play Overwatch e Overwatch BR.

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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Games
23 de outubro de 2017
Fala galera, tudo certinho com vocês? Estou aqui com uma review de um jogo recente! Sim, esses dias estão lançando muitos jogos e eu pretendo aparecer com review de boa parte deles para vocês. E o jogo do post de hoje é The Evil Within 2, continuação do jogo de 2014.
Título: The Evil Within 2
Gênero: Ação, Aventura
Desenvolvedor: Tango Gameworks
Distribuidora: Bethesda Softworks
Data de lançamento: 13/out/2017
Sobre o jogo: Do mestre Shinji Mikami, The Evil Within 2 é a última evolução em terror de sobrevivência. O detetive Sebastian Castellanos perdeu tudo, mas quando ganha uma chance de salvar sua filha, ele deve descer mais uma vez ao mundo tenebroso de STEM. Ameaças assustadoras surgem de cada canto à medida que o mundo se deforma ao seu redor. Ele enfrentará de frente as adversidades com armas e armadilhas ou se esgueirará pelas sombras para sobreviver?
  • História de redenção – Volte ao pesadelo para recuperar sua vida e a de quem você ama.
  • Descubra lugares assustadores – Explore o mais longe que ousar, mas planeje com sabedoria.
  • Enfrente inimigos perturbadores – Sobreviva ao ataque de criaturas assustadoras determinadas a destroçá-lo.
  • Decida como sobreviver – Crie armadilhas, esgueire-se, corra e se esconda ou enfrente o terror com munição limitada.
  • Terror e suspense viscerais – Entre em um mundo apavorante cheio de tensão e momentos perturbadores.

Imagem: wikia

Review

Junte um personagem com problemas do passado e mundo aberto que você encontra uma Juliana feliz jogando o jogo. Brincadeiras à parte, a dinâmica de The Evil Within 2 está bem melhor que a do primeiro jogo.
Para começar, a continuação se passa três anos após os fatos do primeiro jogo. Controlamos o protagonista Sebastian, um detetive que é chamado pela organização Mobius para resgatar sua filha. Sebastian fica extremamente confuso, uma vez que Lily foi dada como morta após um incêndio.
Contrariado, o detetive acaba aceitando entrar em Union, um mundo criado pela STEM. Lutando contra monstros e pessoas loucas que querem a alma pura de Lily, Sebastian deve fazer de tudo para salvar sua filha e retornar para o mundo real.
Durante a aventura, conhecemos trabalhadores da Mobius e sabemos mais sobre a história de cada um, a história de Union e sobre a organização.
Uma das coisas que eu reparei vendo Gameplays é o fato de que Sebastian tem pouca munição. Mesmo você pegando mais e mais bolsas, a quantidade dos inimigos e a força deles aumenta, ou seja, ferrou. Se você não jogou o primeiro jogo e não sabe se pode jogar a continuação, fique tranquilo. No decorrer do jogo, vemos conflitos do passado de Sebastian e conseguimos deduzir o que aconteceu no passado, mas não é necessário jogar o primeiro para entender The Evil Within 2. Outra coisa que reparei é que o jogo lembra muito outros títulos, como The Last of Us, Resident Evil e Silent Hill.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Games
18 de setembro de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Mais uma segundona que eu finalmente resolvi procurar saber mais sobre um jogo. Uncharted: The Lost Legacy é um jogo que eu estava doida para ver mais sobre e ele não decepcionou. Vem conhecer um pouco mais sobre este jogo maravilhoso!

Sobre o jogo:

A desenvolvedora aclamada pela crítica Naughty Dog lança a primeira aventura independente da história da franquia Uncharted, liderada pela personagem favorita dos fãs, Chloe Frazer.

Para recuperar um antigo lendário artefato indiano e mantê-lo longe do alcance de um aproveitador implacável de guerra, Chloe Frazer deve recorrer à ajuda da renomada mercenária Nadine Ross (de Uncharted 4: A Thief’s End). Juntas, elas se aventurarão pelas montanhas da Índia em busca do lendário artefato. Ao longo do caminho, elas aprenderão a trabalhar juntas para desvendar o mistério do artefato, lutar contra a forte oposição e impedir que a região caia no caos.

Fonte: Playstation.com

Minha opinião:

Achei diferente a ambientação deste Uncharted. O ambiente Índia + selva, com vários elementos da cultura indiana presentes foi algo definitivamente incrível. No jogo, controlamos Chloe, uma caçadora de recompensas que busca a presa de Ganesh junto com Nadine.

Durante o jogo, conhecemos mais sobre a história de Chloe, a relação da garota com o pai e a motivação dela para procurar a relíquia. Além da história, duas coisas me fascinaram bastante na história. A primeira é a inteligência da Chloe. Deu para ver que a produção do jogo estudou para cacete as lendas indianas antes de inserir no jogo. A segunda coisa é o gráfico do jogo. Algumas cenas ficaram tão bem feitas que até parece fotografia do lugar, de tão real que ficou.

O jogo, exclusivo para PlayStation 4 até o momento, deixa os jogadores com um gostinho de “quero mais”. Sem contar que, no final, dá vontade de jogar tudo de novo!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Games
15 de setembro de 2017
Fala minha gente, tudo bem? Estou aqui, nesta sexta-feira bem empolgada (uhu) com uma pequena resenha para vocês. O jogo da vez é um que eu estava muito ansiosa para ver gameplays. Sim, porque jogar exige dinheiro e eu não tenho dinheiro no momento. O jogo é Life is Strange: Before the Storm e é um prequel do jogo Life is Strange, que já resenhei aqui no blog.

Confira a resenha de Life is Strange!

Sobre o jogo:

Life is Strange: Before the Storm é uma nova história independente, dividida em três partes, que se passa três anos antes do primeiro jogo desta franquia vencedora do prêmio BAFTA.
Você joga com Chloe Price, uma jovem de 16 anos que faz uma amizade inesperada com Rachel Amber, uma garota bonita e popular destinada ao sucesso.
Quando Rachel descobre um segredo familiar que ameaça destruir o mundo dela, é a nova amizade com Chloe que dá forças para ela seguir em frente.
Agora juntas, as garotas precisam confrontar os demônios uma da outra e encontrar uma forma de superá-los.
(Informações retiradas do site da Steam)

Minha opinião:

O primeiro jogo me surpreendeu positivamente, é um jogo que nos insere na história. Na primeira parte, choramos, sofremos e torcíamos por Max Caufield. A jovem Max controlava o tempo, então podíamos refazer certas ações do jogo e ver a história tomar outro rumo. Em Life is Strange: Before the Storm, controlamos Chloe Price, a amiga de cabelos azuis de Max, mas sem ter cabelos azuis. O jogo se passa dois ou três anos após a morte do pai de Chloe e começa com a jovem indo para um show em um galpão abandonado. Lá, Chloe acaba se metendo em algumas confusões e é salva pela Rachel Amber. Sim, a garota desaparecida do primeiro jogo. E após isso as duas começam a ter uma amizade.
Diferente do primeiro jogo, Chloe não tem poderes de controlar o tempo. Porém, ela tem o poder de bate-boca. Você discute com outras pessoas para ganhar o que quer e eu achei super criativo. O poder da Chloe é ganhar discussões no bate-boca! Gostei bastante da proposta do jogo de mostrar a história da Chloe enquanto ela estava com a Rachel. Outra coisa que eu achei bem interessante é a mudança de alguns personagens, como a Victoria e o Nathan. Além disso, percebemos o começo de mudanças que marcaram a história do primeiro jogo. E uma coisa que foi uma surpresa para mim foi ver a Rachel punk. Sempre imaginei que ela fosse certinha e tudo mais, só que o jogo mostra ao contrário.
Eu gostei muito de acompanhar o primeiro episódio e já estou no aguardo do segundo. E vocês? Já conheciam o jogo? Digam mais nos comentários e vem surtar comigo!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Games
6 de setembro de 2017

E aí minha gente, tudo certo? Em agosto deste ano, a Bloober Team S.A. (mesma desenvolvedora de Layers of Fear) lançou o jogo Observer. Com uma pegada mais Steampunk, o jogo é um terror o qual você entra na mente das pessoas e, com isso, descobrir mistérios.

Sobre o jogo

O que você faria se seus medos fossem hackeados?

O ano é 2084. Você é Daniel Lazarski, um detetive neural de elite conhecido como o Observador que faz parte de uma unidade policial financiada por uma grande corporação. Seu trabalho é hackear e invadir a mente de suspeitos. Quando recebe uma mensagem misteriosa de seu filho há muito afastado, um engenheiro de alto nível da poderosa Corporação Chiron, você viaja para os cortiços Classe C de Krakow para investigar. Na medida em que hackeia as mentes de criminosos e vítimas para encontrar pistas, você é forçado a reviver seus medos mais sombrios. Até onde você irá para descobrir a verdade?

Desenvolvido pela Bloober Team, os criadores de Layers of Fear, >observer_ é um jogo de terror cyberpunk feito para um público adulto. O que você verá vai mexer com os seus nervos.

(Texto: Steam)

Jogabilidade

Eu achei a jogabilidade muito diferente e bem completa. Daniel tem implantes robóticos e o jogo aproveitou isso muito bem, colocando novas formas de analisar as cenas. Além da visão normal, o personagem tem visão eletromagnética e a visão biológica. Na visão eletromagnética, o protagonista examina dispositivos eletrônicos e, na visão biológica que, obviamente, examina as questões biológicas. Estas duas visões fazem com que Daniel seja capaz de analisar e destacar certos objetos presentes no ambiente em sua mente.

Sobre o terror do jogo eu confesso que ele me surpreendeu bastante. Não é como a maior parte dos jogos de terror, que o susto vem nos primeiros segundos. O terror vem gradativamente, o que eu acho extremamente positivo para o jogo.

Vocês já conheciam o jogo? Se interessaram? Me contem nos comentários!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.