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23 de outubro de 2017
Fala galera, tudo certinho com vocês? Estou aqui com uma review de um jogo recente! Sim, esses dias estão lançando muitos jogos e eu pretendo aparecer com review de boa parte deles para vocês. E o jogo do post de hoje é The Evil Within 2, continuação do jogo de 2014.
Título: The Evil Within 2
Gênero: Ação, Aventura
Desenvolvedor: Tango Gameworks
Distribuidora: Bethesda Softworks
Data de lançamento: 13/out/2017
Sobre o jogo: Do mestre Shinji Mikami, The Evil Within 2 é a última evolução em terror de sobrevivência. O detetive Sebastian Castellanos perdeu tudo, mas quando ganha uma chance de salvar sua filha, ele deve descer mais uma vez ao mundo tenebroso de STEM. Ameaças assustadoras surgem de cada canto à medida que o mundo se deforma ao seu redor. Ele enfrentará de frente as adversidades com armas e armadilhas ou se esgueirará pelas sombras para sobreviver?
  • História de redenção – Volte ao pesadelo para recuperar sua vida e a de quem você ama.
  • Descubra lugares assustadores – Explore o mais longe que ousar, mas planeje com sabedoria.
  • Enfrente inimigos perturbadores – Sobreviva ao ataque de criaturas assustadoras determinadas a destroçá-lo.
  • Decida como sobreviver – Crie armadilhas, esgueire-se, corra e se esconda ou enfrente o terror com munição limitada.
  • Terror e suspense viscerais – Entre em um mundo apavorante cheio de tensão e momentos perturbadores.

Imagem: wikia

Review

Junte um personagem com problemas do passado e mundo aberto que você encontra uma Juliana feliz jogando o jogo. Brincadeiras à parte, a dinâmica de The Evil Within 2 está bem melhor que a do primeiro jogo.
Para começar, a continuação se passa três anos após os fatos do primeiro jogo. Controlamos o protagonista Sebastian, um detetive que é chamado pela organização Mobius para resgatar sua filha. Sebastian fica extremamente confuso, uma vez que Lily foi dada como morta após um incêndio.
Contrariado, o detetive acaba aceitando entrar em Union, um mundo criado pela STEM. Lutando contra monstros e pessoas loucas que querem a alma pura de Lily, Sebastian deve fazer de tudo para salvar sua filha e retornar para o mundo real.
Durante a aventura, conhecemos trabalhadores da Mobius e sabemos mais sobre a história de cada um, a história de Union e sobre a organização.
Uma das coisas que eu reparei vendo Gameplays é o fato de que Sebastian tem pouca munição. Mesmo você pegando mais e mais bolsas, a quantidade dos inimigos e a força deles aumenta, ou seja, ferrou. Se você não jogou o primeiro jogo e não sabe se pode jogar a continuação, fique tranquilo. No decorrer do jogo, vemos conflitos do passado de Sebastian e conseguimos deduzir o que aconteceu no passado, mas não é necessário jogar o primeiro para entender The Evil Within 2. Outra coisa que reparei é que o jogo lembra muito outros títulos, como The Last of Us, Resident Evil e Silent Hill.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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18 de setembro de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Mais uma segundona que eu finalmente resolvi procurar saber mais sobre um jogo. Uncharted: The Lost Legacy é um jogo que eu estava doida para ver mais sobre e ele não decepcionou. Vem conhecer um pouco mais sobre este jogo maravilhoso!

Sobre o jogo:

A desenvolvedora aclamada pela crítica Naughty Dog lança a primeira aventura independente da história da franquia Uncharted, liderada pela personagem favorita dos fãs, Chloe Frazer.

Para recuperar um antigo lendário artefato indiano e mantê-lo longe do alcance de um aproveitador implacável de guerra, Chloe Frazer deve recorrer à ajuda da renomada mercenária Nadine Ross (de Uncharted 4: A Thief’s End). Juntas, elas se aventurarão pelas montanhas da Índia em busca do lendário artefato. Ao longo do caminho, elas aprenderão a trabalhar juntas para desvendar o mistério do artefato, lutar contra a forte oposição e impedir que a região caia no caos.

Fonte: Playstation.com

Minha opinião:

Achei diferente a ambientação deste Uncharted. O ambiente Índia + selva, com vários elementos da cultura indiana presentes foi algo definitivamente incrível. No jogo, controlamos Chloe, uma caçadora de recompensas que busca a presa de Ganesh junto com Nadine.

Durante o jogo, conhecemos mais sobre a história de Chloe, a relação da garota com o pai e a motivação dela para procurar a relíquia. Além da história, duas coisas me fascinaram bastante na história. A primeira é a inteligência da Chloe. Deu para ver que a produção do jogo estudou para cacete as lendas indianas antes de inserir no jogo. A segunda coisa é o gráfico do jogo. Algumas cenas ficaram tão bem feitas que até parece fotografia do lugar, de tão real que ficou.

O jogo, exclusivo para PlayStation 4 até o momento, deixa os jogadores com um gostinho de “quero mais”. Sem contar que, no final, dá vontade de jogar tudo de novo!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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15 de setembro de 2017
Fala minha gente, tudo bem? Estou aqui, nesta sexta-feira bem empolgada (uhu) com uma pequena resenha para vocês. O jogo da vez é um que eu estava muito ansiosa para ver gameplays. Sim, porque jogar exige dinheiro e eu não tenho dinheiro no momento. O jogo é Life is Strange: Before the Storm e é um prequel do jogo Life is Strange, que já resenhei aqui no blog.

Confira a resenha de Life is Strange!

Sobre o jogo:

Life is Strange: Before the Storm é uma nova história independente, dividida em três partes, que se passa três anos antes do primeiro jogo desta franquia vencedora do prêmio BAFTA.
Você joga com Chloe Price, uma jovem de 16 anos que faz uma amizade inesperada com Rachel Amber, uma garota bonita e popular destinada ao sucesso.
Quando Rachel descobre um segredo familiar que ameaça destruir o mundo dela, é a nova amizade com Chloe que dá forças para ela seguir em frente.
Agora juntas, as garotas precisam confrontar os demônios uma da outra e encontrar uma forma de superá-los.
(Informações retiradas do site da Steam)

Minha opinião:

O primeiro jogo me surpreendeu positivamente, é um jogo que nos insere na história. Na primeira parte, choramos, sofremos e torcíamos por Max Caufield. A jovem Max controlava o tempo, então podíamos refazer certas ações do jogo e ver a história tomar outro rumo. Em Life is Strange: Before the Storm, controlamos Chloe Price, a amiga de cabelos azuis de Max, mas sem ter cabelos azuis. O jogo se passa dois ou três anos após a morte do pai de Chloe e começa com a jovem indo para um show em um galpão abandonado. Lá, Chloe acaba se metendo em algumas confusões e é salva pela Rachel Amber. Sim, a garota desaparecida do primeiro jogo. E após isso as duas começam a ter uma amizade.
Diferente do primeiro jogo, Chloe não tem poderes de controlar o tempo. Porém, ela tem o poder de bate-boca. Você discute com outras pessoas para ganhar o que quer e eu achei super criativo. O poder da Chloe é ganhar discussões no bate-boca! Gostei bastante da proposta do jogo de mostrar a história da Chloe enquanto ela estava com a Rachel. Outra coisa que eu achei bem interessante é a mudança de alguns personagens, como a Victoria e o Nathan. Além disso, percebemos o começo de mudanças que marcaram a história do primeiro jogo. E uma coisa que foi uma surpresa para mim foi ver a Rachel punk. Sempre imaginei que ela fosse certinha e tudo mais, só que o jogo mostra ao contrário.
Eu gostei muito de acompanhar o primeiro episódio e já estou no aguardo do segundo. E vocês? Já conheciam o jogo? Digam mais nos comentários e vem surtar comigo!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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6 de setembro de 2017

E aí minha gente, tudo certo? Em agosto deste ano, a Bloober Team S.A. (mesma desenvolvedora de Layers of Fear) lançou o jogo Observer. Com uma pegada mais Steampunk, o jogo é um terror o qual você entra na mente das pessoas e, com isso, descobrir mistérios.

Sobre o jogo

O que você faria se seus medos fossem hackeados?

O ano é 2084. Você é Daniel Lazarski, um detetive neural de elite conhecido como o Observador que faz parte de uma unidade policial financiada por uma grande corporação. Seu trabalho é hackear e invadir a mente de suspeitos. Quando recebe uma mensagem misteriosa de seu filho há muito afastado, um engenheiro de alto nível da poderosa Corporação Chiron, você viaja para os cortiços Classe C de Krakow para investigar. Na medida em que hackeia as mentes de criminosos e vítimas para encontrar pistas, você é forçado a reviver seus medos mais sombrios. Até onde você irá para descobrir a verdade?

Desenvolvido pela Bloober Team, os criadores de Layers of Fear, >observer_ é um jogo de terror cyberpunk feito para um público adulto. O que você verá vai mexer com os seus nervos.

(Texto: Steam)

Jogabilidade

Eu achei a jogabilidade muito diferente e bem completa. Daniel tem implantes robóticos e o jogo aproveitou isso muito bem, colocando novas formas de analisar as cenas. Além da visão normal, o personagem tem visão eletromagnética e a visão biológica. Na visão eletromagnética, o protagonista examina dispositivos eletrônicos e, na visão biológica que, obviamente, examina as questões biológicas. Estas duas visões fazem com que Daniel seja capaz de analisar e destacar certos objetos presentes no ambiente em sua mente.

Sobre o terror do jogo eu confesso que ele me surpreendeu bastante. Não é como a maior parte dos jogos de terror, que o susto vem nos primeiros segundos. O terror vem gradativamente, o que eu acho extremamente positivo para o jogo.

Vocês já conheciam o jogo? Se interessaram? Me contem nos comentários!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Games
4 de setembro de 2017
Fala galera, tudo certinho com vocês, seus lindos? Recentemente a EA anunciou a próxima expansão do jogo The Sims 4, que será com gatos e cães. Porém eu estava comentando com a Bárbara Nassar (acompanhe o canal dela) em uma live que ela fez no canal dela e pensei neste post. Quais são as expansões de The Sims 4 que eu mais quero ver no jogo?
Lembrando que, até o fim do post, nenhuma destas expansões foram confirmadas. Estou somente desejando essas expansões (e dinheiro para comprar todas). Ah, e alguns recursos que eu citei podem ter conteúdos personalizados que simulam. Porém, como eu não uso CPs, queria uma expansão com essas coisas.

1. Carros e motos

Com certeza o jogo iria necessitar de muito espaço. O mundo já é aberto e gasta se não me engano 2GB de memória Ram. Com carros para rodar a cidade toda ia ficar muito mais pesado, obviamente. Mas quem liga? Imagina chegar nos lugares com carros? Ou, se seu sim for rico, ter um motorista particular? Gente, ia ser muito bacana.

2. Sobrenatural

A expansão de vampiros é ótima, apesar de enjoar muito rápido. Mas se fosse junto em um pacote sobrenatural, com certeza seria bem melhor. Cara, além de vampiros, poderíamos controlar zumbis, lobisomens, reviver sims mortos de forma mais fácil, etc. E as profissões? Por favor, quero logo imitar os Winchesters em The Sims 4 galera!

3. Estrelas

O The Sims 3 teve uma expansão chamada Katy Perry: Showtime, que incluía palcos, cabelos e muito mais itens relacionados a Katy Perry. Por que não melhorar e trazer ao The Sims 4 algo assim? Mas nem precisa ficar preso a um artista: faz um showtime incluindo muitos artistas famosos! Imagina que louco seria você criar um estúdio de gravação na sua casa?  E ter a opção de marcar show em bares e essas coisas? Ter a opção de você ser um produtor musical ou um cineasta ou um dançarino? Seria muito bacana.

4. Lugares do mundo

Lembram do The Sims 2: Bon Voyage? O The Sims 4 precisa de algo assim. No momento só tem férias para o campo ou para a sua casa. Poxa EA! Vamos colocar os Sims para dar uns rolés na Times Square, tomar café de frente a Torre Eiffel ou fazer um passeio romântico em Veneza!

5. Rastro de crimes

Mano, imagina uma expansão inspirada em Carmen San Diego? Que você é um detetive e tem que prender uma gangue? GENTE, ISSO SERIA FANTÁSTICO. A “Carmen” deixaria pistas em lugares, deixaria não só um rastro de crimes, mas também de assassinatos… GENTE! Seria fantástico! E iria melhorar muito a carreira de detetive na expansão “Ao Trabalho”.

E aí, gostaram do post sobre as expansões de The Sims 4 que eu quero?

Deixe o seu comentário para que eu saiba!
E, se você trabalha na EA e está vendo esse post, eu aceito testar estas expansões e outras hahaha só mandar e-mail para contatojuki@loucurasaovento.com.
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.