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20 de dezembro de 2014
Eu nunca acreditei no “felizes para sempre”. Para mim sempre foi mais uma frase sem nexo de conto de fadas, mas eu via as princesas da Disney e fiquei querendo o meu final feliz com o meu príncipe encantado. Não sei se vai demorar ou não, eu não sei. Apenas queria alguém para contar quando eu não estou a fim de fazer nada, quero uma companhia. Alguns chamam isso de carência e eu brinco com eles e comigo mesma que acabarei sozinha, criando gatos, assim como pessoas velhas em seriados de TV e eu começo a rir. Mas eu não tenho pressa – gosto da minha vida do jeito que ela é. Eu a acho perfeita para mim. E eu sei que, sozinha ou não, eu posso fazer o meu “E viveu feliz para sempre”.
Nota: Esse texto é um dos achados em meu pen drive, escrito mais ou menos quando eu tinha 14 anos
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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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