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14 de fevereiro de 2015
Faaaaala gente boa, beleza?
Mudei muitas e muitas vezes essa postagem, não sabia o que indicar pois eu perdi 16 GB de música. Sim, o meu celular novo tinha uma função que eu não sabia então fui mexer. E o que rolou? Eu formatei o meu memory card de 16 GB. Ele não estava cheio, mas eu tinha baixado muitas indicações que o Nicolas (o NeWo, do primeiro aumente o som, lembram?) me passou e acabei perdendo tudo. Ou seja, na próxima semana (SE somente SE eu conseguir baixar tudo de novo) eu faço um especial indicações do NeWo. O que me fez pensar… Que tal indicações da galera? Sim, você aí que está lendo esse post e pensando “o que a louca pensou”, conhece uma banda cover ou faz parte de alguma ou então ouviu algo muito bacana de uma banda ou artista e queria que eu desse minha opinião? Diz aí nos comentários que eu vou ver o que eu faço. 
Bom, agora mudando de assunto e focando o assunto. Esse post seria para falar sobre o album 1989 da Taylor Swift, mas eu já não escutei tanto 1989 essa semana quanto eu escutei X (lê-se Multiply e não xis, mas eu falo xis mesmo) do Ed Sheeran. Passei a semana pensando no clipe de “Thinking Out Loud” e estou escrevendo esse post ao som de “Sing”. 
Para começar, o que falar desse ruivo que mal conheço e já sou apaixonada pelas músicas? Desde + (Plus) eu sou completamente apaixonada por Lego House (com o Rupert Grint no clipe) e por Drunk e falei “Esse ruivo vai ter que se virar para me fazer ficar apaixonada por outra música tão rápido assim”. Moral da história? Paguei a língua logo na primeira música do Multiply, “One“. A melodia e a letra da música se encaixaram tão perfeitamente que eu falei: caralho, filho da puta, se a primeira música do CD é essa, nem quero imaginar o resto. E aí fui surpreendida com a música que marca os meus fossa days de hoje (um dia que eu escrevo coisa depressiva para caralho ouvindo música mais depressiva ainda), que é “I’m a Mess“. Logo após, vem a agitada e empolgante “Sing” (a que eu estou ouvindo agora) com Pharrell Williams que ajuda a cessar as lágrimas das duas primeiras músicas. A minha música favorita é “Thinking Out Loud“, pois a melodia é perfeita, a voz dele é perfeita e o clipe dá vontade de você sair por aí dançando com alguém. Sério.
Multiply conseguiu superar minhas expectativas. Nunca imaginei que iria escutar um album que me tocasse tanto quanto esse. 
Tracklist:

1. “One” / 2. “I’m a Mess” / 3. “Sing” / 4. “Don’t” / 5. “Nina” / 6. “Photograph” / 7. “Bloodstream” / 8. “Tenerife Sea” / 9. “Runaway” / 10. “The Man” / 11. “Thinking Out Loud” / 12. “Afire Love”

Edição deluxe:

13. “Take It Back” / 14. “Shirtsleeves” / 15. “Even My Dad Does Sometimes” / 16. “I See Fire”  

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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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  1. Jamilson Oliveira

    14 de fevereiro de 2015

    Eu sou muito viciado em todas as musicas do Ed! As musicas são ótimas e calmas! (nem todas). Ótimo post e já estou seguindo o blog o/

    jamilsonoliveira.com

    • Juliana Piquerotti

      15 de fevereiro de 2015

      Ed é muito amor, todas as músicas dele eu fico apaixonada.
      Obrigada pelos elogios <3

  2. Jhonata Fernandes

    15 de fevereiro de 2015

    pow, preciso conhecer esse cara! vejo quase todos os blogs que visito, posts sobre ele. A sua resenha deu uma monstra ajuda para o meu interesse! Belo post!

    dialetosecoisasboas.blogspot.com

    • Juliana Piquerotti

      15 de fevereiro de 2015

      Olá!
      Conheça mesmo, as músicas dele são muito boas e são escritas por ele (coisa que eu admiro pra cacete).
      Obrigada pelo elogio