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21 de fevereiro de 2015
“Da garota que disse que nunca cortaria o cabelo, ou mudaria-se para Nova York, ou acharia felicidade em um mundo em que ela não está apaixonada…”
Fala galera, tudo certo? 
Primeiramente eu ainda não consegui baixar as dicas musicais do Nicolas e estava sem ideias para o Aumente o Som de hoje então eu pensei em fazer o post sobre o 1989 que eu havia planejado trazer na semana passada. Mas, como a pessoa tem uma inteligência fora do comum ela excluiu o post e está aqui nessa tarde de sábado escrevendo o post excluído.
Todos os álbuns de estúdio da Taylor começam com um prólogo o qual ela narra experiências que motivaram o novo álbum e com 1989 não foi diferente. O prólogo do álbum se encerra com a frase que o post começa: “da garota que disse que nunca cortaria o cabelo, ou mudaria-se para Nova York, ou acharia felicidade em um mundo em que ela não está apaixonada”. 
E é com essa vibe de mudanças que o álbum começa. Em “Welcome to New York“, uma música cheia de efeitos sonoros, a loira conta sobre sua experiência ao conhecer e se mudar para a tão famosa Nova York e também pode fazer referência ao estilo pop, que foi fortemente abraçado por ela: “É uma nova trilha sonora / Eu poderia dançar ao som dessa batida, batida / Para todo o sempre / As luzes são tão fortes / Mas elas nunca me cegam”.
Na segunda faixa, intitulada “Blank Space“, Taylor faz uma sátira referente aos boatos sobre namoros que cercam seu nome e o fato das músicas dedicadas a eles: “Tenho uma longa lista de ex-namorados / Eles te dirão que sou maluca / Mas eu tenho um espaço em branco, querido / E escreverei seu nome”.
A terceira música, “Style” é uma das minhas favoritas do álbum (depois de Wildest Dreams e You are in Love) e conta sobre aqueles relacionamentos que estão sempre presentes (“e nunca saem de moda”). A batida da música é mais divertida, assim como a própria letra da música, que eu recomendo para viagens longas sejam elas psicológicas ou reais.
1989 foi marcado como a saída oficial do mundo country de Taylor Swift, mas para quem escutou o Red já sabe que a presença do country está cada vez menos presente. Em minha humilde opinião, eu não gostei muito de 1989. Sim, tem músicas que se encaixam em vários momentos da minha vida (como Bad Blood e Shake it Off), mas eu não gostei. Pode ser birra de “cacho fã”, como muitos swifties consideram? Se você pensa que é, beleza, mas, para mim, é mais questão de gosto mesmo. Eu prefiro Speak Now e não foi 1989 e nem o Red que mudaram isso. Quem sabe o sexto álbum faça eu mudar de opinião?
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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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  1. Lidiane Pozza

    21 de fevereiro de 2015

    Ah! Que pena que tu não gostou deste álbum… eu simplesmente amei!!!!!
    Gosto muito das músicas com ar country que a Taylor já fez também, mas este álbum me pegou de jeito…hehehhe. Tenho todos os álbuns dela e, pra mim, este foi o melhor.
    Sou super fã, acho ela linda e super talentosa. Acho ótimo que ela tenha personalidade e não se transforme nessas cantoras medíocres que só sabem falar de como são lindas e que todos os homens querem elas – aff
    Mas adorei a resenha e saber a tua opinião.
    Parabéns pelo blog!
    Beijoca

    http://www.lacodemimosa.com
    @lidianepozza

    • Juliana Piquerotti

      22 de fevereiro de 2015

      Olá Lidiane.
      O que mais me admira na Taylor é o fato de que ela compõe suas músicas e isso é algo que eu admiro demais. Gosto mais do Speak Now por motivos de Sparks Fly e Enchanted <3 melhores músicas dela sempre. Só tenho o Fearless e o SN por motivos de grana mesmo (a grana que eu gasto com auto escola e comprando games de Xbox HUAHAUHA) se eu pudesse comprava todos <3