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7 de Fevereiro de 2015
Uma coisa que não podemos deixar de reparar é na evolução que a tecnologia propôs em nossas vidas. Desde aplicativos de jogos para entretenimento até as novas redes sociais que você diz que gosta ou não gosta de alguém pela foto do Facebook. Sim, a tecnologia conseguiu ampliar tanto até a um ponto que podemos começar um relacionamento a partir de um aplicativo, mas não vou julgar a utilização dos aplicativos porque cada um faz um uso. Vou falar apenas do impacto tecnológico.
Antigamente, escrevíamos cartas para os amados (atitude que até hoje eu faço, mesmo sem destinatário algum) e hoje algumas pessoas consideram mudar o status das redes sociais como maior prova de amor. Você pesquisa sobre todas as “amiguinhas” do seu amor e desaba em lágrimas sem nem saber se a amiguinha, na verdade, é a prima do cara, algo que você sabia apenas perguntando para ele ou vendo as fotos que estão presentes na casa do cara. E muitos jovens devem ler o antigamente e pensar que eu sou velha pra caralho e sou contra os relacionamentos online ou ser stalker de alguém.
Eu tenho 19 anos, quase fazendo vinte. Eu não tenho nada contra relacionamentos online e já stalkeei vários caras pelo Facebook, Orkut, Twitter e o caralho a quatro. Apenas fiquei em choque por causa da minha irmã. Eu com 14 anos tinha um Nokia tijolão com o jogo da cobrinha e eu me achava foda por isso. Se eu quisesse saber sobre um cara eu faria do método tradicional que todos dos anos 2000 até 2010 fariam: chegava para uma amiga e pedia para ela perguntar para o cara. Ela tem 14 anos e pode stalkear por todas as redes sociais possíveis (menos Orkut) e fica tranquilo de saber sobre qualquer coisa. 
A tecnologia faz parte de nossa vida e conseguimos nos adaptar facilmente a ela, o que é muito bacana. Não acredito que a tecnologia impossibilita a comunicação entre as pessoas, ela facilita. Mas vem cá para eu te contar uma coisa: é bem melhor você ligar do que digitar. O sentimento é maior. Então não digite eu te amo. Diga eu te amo.
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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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