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21 de dezembro de 2014
Enquanto escrevo isso, estou fazendo uma hidratação em meu cabelo e lendo uma revista que fala sobre a escova progressiva, um dia depois de quase brigar com minha mãe falando que não vou fazer mais esse tipo de química em meu cabelo. Além do fato de que eu ficava um fucking dia inteiro no salão, aguentando a cabeleireira puxar meu cabelo, o cheiro do produto que era muito forte e nem toalha molhada resolvia e, claro, o preço. Como meu cabelo era muito armado e muito cacheado, a escova me arrancava 300 reais.
Aí, um dia eu parei e pensei: poxa, vou ficar gastando 300 reais a cada seis meses, se eu pegar esse dinheiro posso fazer muito mais coisas do que uma progressiva. Dito e feito. Larguei a progressiva de vez. Muitas pessoas falam “faz uma progressiva”, “mas como você vai ficar com esse cabelo armado?”, “faz uma escovinha para melhorar seu humor” (sim, já me falaram isso e eu fiquei com vontade de mandar essa pessoa tomar naquele lugar), e coisas do gênero. Mas eu não vou fazer. Claro que de vez em quando eu faço uma escova e tudo mais, mas fazer uma escova progressiva nunca mais. O problema com essas pessoas é que elas não aceitam o que é diferente e acreditam que as pessoas tem que viver em um padrão estipulado pelas revistas: mulher alta, magra e com cabelo alisado (muitas vezes, alisado com ferro de passar roupa). Mas eu não me encaixo nesses padrões e sou feliz com os cachos.
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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 21 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

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