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12 de Janeiro de 2018

Fala galera, tudo certo com vocês?

Hoje vai voltar um tipo de post que muita gente gostou. Até fiquei surpresa quando vi que vocês gostaram, pois eu pensei em fazer essa entrevista mais por curiosidade minha de conhecer mais cosplayers, pois acho que é um hobby/trabalho muito interessante e que merece o devido destaque. Sem mais delongas, a entrevista de hoje é com a cosplayer Kitsune Raposa. Vi um cosplay dela de D.Va no grupo Overwatch Brasil e achei que ela foi muito criativa em colocar a personagem em uma pool party. Vamos à entrevista!

Imagem: Kitsune Raposa (Facebook)

1. Como você começou a fazer cosplay?

Comecei trabalhando no maid café de um evento da minha cidade, o Hanamachi. Para trabalhar nele, tive que fazer um maid, e já comecei me inspirando numa personagem do He is My Master, usando meu próprio cabelo da cor dela, e fazendo a roupa igualzinha com uma costureira local do meu bairro. Na sala, muitos outros cosplayers entravam, e eles me inspiraram a querer fazer de outros personagens também, não somente maids. Então logo após trabalhar lá, comecei outros projetos.

2. Há quanto tempo você faz cosplay?

Desde 2011, há 7 anos ^^

3. Quantos cosplays você já fez?

34. Tenho um já pronto, mas como não tive a oportunidade de estrear, não conto ele ainda.

4. Qual o cosplay que você fez que mais gostou?

Imagem: Kitsune Raposa (Facebook)

É difícil escolher um só, pois amo cada projeto meu igualmente. É impossível para mim citar apenas 1, então, cito os 4 que mais amo, que foram a Holy ou Lime Serenity, do jogo Grand Chase, a Ahri Foxfire (Raposa Flamejante) do League of Legends, a Lux Star Guardian (Guardiã Estelar), do League of Legends, e a Morgana Noiva Fantasma, também do League.

A Holy pois ela traz toda uma memória de um jogo que foi muito amado por mim e pelo meu noivo, e porque fizemos ela juntos, e fazer o martelo gigantesco dela foi um tremendo desafio que durou um ano inteiro! E o resultado final achei que me encaixei muito com ela, pela personalidade radiante e otimista dela, e por ser bem “chibi” como ela haha.

A Ahri…todas as Ahris que eu faço são extremamente importantes pra mim (elas estão sendo citadas todas nesse pódio, pra ser sincera haha). Eu as refaço até chegar na perfeição ao meu ver. Mas a Foxfire pra mim é a mais linda, e a qual me levou a trabalhar numa CBLOL uma vez para a Riot, então ela é ainda mais especial. Adoro as cores dela!

A Lux Guardiã Estelar me lembrou das minhas origens, eu entrei nesse mundo dos animes quando eu tinha apenas 3/4 aninhos e foi com Sailor Moon! Eu amava tanto…e então eu cresci amando garotas mágicas, e a personalidade da Lux me inspira, eu realmente me identifico demais com ela e me sinto muito bem interpretando ela. Ela representa minha alma.

A Morgana Noiva Fantasma foi o meu cosplay mais demorado para terminar, juntamente com a Holy, foram 2 anos em busca da perfeição, refazendo muitos detalhes, e como resultado final, eu fiquei muito orgulhosa dela. Acho ela linda, imponente, e representa a primeira personagem que foi minha main no jogo mesmo do League (e também a primeira skin que comprei no jogo!).

5. Qual seu cosplay mais recente?

É a Mahou D.Va, fanart da D.Va versão garota mágica, do Overwatch.

Não se esqueçam de conhecer a página dela!

Veja mais posts de entrevistas com cosplayers!

Imagem: Kitsune Raposa (Facebook)

6. O que você mais gosta quando faz cosplay?

Eu amo o resultado final, me ver transformada em algo que planejei por diversos meses, dar certo. Adoro fazer fotos marcantes e apresentações cosplays que homenageiem o quanto eu amo os personagens que estou interpretando. Adoro criar as apresentações, dublá-las e fazer a performance no palco. Posso colocar todo amor que tenho por teatro no cosplay (já que não posso usar isso em meu atual trabalho).

7. Você se inspira em algum cosplayer? Qual?

Me inspiro na Witchiko, na Josi Oliveira (Angel Arwen) e na Layze Michelle. Todas elas fazem cosplays incríveis e memoráveis, além de possuírem um registro fotográfico sensacional de cada um deles. Elas se dedicam a todos os detalhes possíveis, e assim eu tento seguir seus passos. Nunca me precipitando ou correndo. E claro, fazendo com todo o carinho, assim como elas.

8. Qual um cosplay que você quer muito fazer, mas ainda não fez?

Essa é uma pergunta difícil hiaudhiuadhai Geralmente se eu quero MUITO fazer um cosplay, eu só vou lá e faço ahuidhaisud Mas acho que o meu maior desejo agora é terminar todas as skins da Ahri. Falta pouco! Esse é um dos meus maiores sonhos cosplays. E já planejo 3 Ahris pra este ano.

Imagem: Kitsune Raposa (Facebook)

9. Você pode revelar o seu próximo cosplay ou quer fazer uma surpresa?

Será a Mystic Lux, da skin Elementalista. Estou trabalhando nela, na Ahri Guardiã Estelar e na Ahri Arcade ao mesmo tempo! Então acredito que estas serão as próximas (com alguns projetos mais simples e menores no meio).

10. Qual conselho você dá para quem quer fazer cosplay?

Escolha um personagem que você ame. Faça com carinho, não se apresse, que tudo dará certo! Com amor, ele ficará perfeito. Faça cosplay em grupo, é uma experiência maravilhosa! Você divide esse seu grande amor com gente que você ama, ou ainda conhece novos amigos ^^ Mas acima de tudo, se divirta! Cosplay é para isso, seja com fotos, seja se apresentando no palco, ou até mesmo só caminhando pelo evento, encontre seu jeito ninja de cosplayar o/

Imagem: Kitsune Raposa (Facebook)

Ela também ganhou o primeiro lugar no concurso de cosplay do AniVenture de 2017 com seu cosplay de Lux! Confira o vídeo da apresentação:

Não se esqueçam de curtir a página da Kitsune que é uma fofa super talentosa para dar uma boa ajuda para ela!

E aí, gostaram do post? Querem ver mais Juki Entrevista aqui no blog? Se sim, aproveitem e deem dicas se querem ver ilustradores, escritores, cantores, cosplayers… Enfim, me falem que eu vou tentar aparecer aqui no blog com eles.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
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10 de Janeiro de 2018

No ano de 2017 eu fiz muitas metas. Sem brincadeira, acho que foi o ano que fiz mais metas até hoje. E, como é uma “tradição” aqui no blog de comentar sobre as metas que eu realizei antes de postar as novas metas, cá estou eu com as metas de 2017 que eu realizei e as que eu não realizei.

E vamos às metas de 2017 e o veredito:

  • Emagrecer: Não cheguei ao meu peso ideal, mas passei por uma crise de depressão quando a minha faculdade acabou que me fizeram emagrecer muito não de forma saudável, pois eu não tinha apetite. Então eu considero que não fiz, pois o emagrecer, para mim, é com saúde.
  • Ser mais saudável: No começo do ano eu consegui, mas, do meio do ano para frente, o assunto desandou, então não cumpri. 2018 está aí para isso.
  • Ser mais organizada: EU CONSEGUI 100% EM BOA PARTE DO ANO. Sem brincadeiras, 2017 foi o ano que eu aprendi a me organizar e estou orgulhosa disso. Sei que não postei por um tempo e desapareci, mas os motivos foram pessoais, não de organização. Tudo o que eu me organizei para fazer foi feito com sucesso, até o VEDA que eu achei que não ia conseguir.
  • Ir a mais eventos: Não consegui, vou tentar de novo em 2018!
  • Responder os comentários do blog: Vamos passar para o próximo, pois eu também não consegui. Continuo sendo a blogueira ingrata que ama vocês <3
  • Terminar meu TCC e começar minha tese de mestrado: Feito. Consegui fazer minha dissertação (tinha escrito errado antes) e terminar o meu TCC, mesmo sem passar no mestrado. Mas 2018 está aí para isso, não é mesmo?
  • Comentar mais: Confesso que eu achei que esse seria o mais fácil e acabou sendo um dos mais difíceis. Por mais que eu realmente tenha comentado mais em blogs, teve uma época que eu parei até de abrir blogs, entende? Logo, não fiz como deveria.
  • Atingir mais pessoas com o blog: Pelas estatísticas do Google Analytics, não consegui bater essa meta, mesmo que os números estejam bem próximos. Mas, mesmo com os números me dizendo uma coisa, eu senti que teve mais gente presente no blog.
  • Organizar as pastas do PC: Consegui. A bagunça hoje está bem menor, eu organizei muito mais as pastas do computador e do notebook.
  • Estar mais presente: CONSEGUI E ME SINTO TOP POR ISSO.
  • Organizar meu quadro de consultas: Sim e não. Consegui organizar muitas consultas (inclusive começar acompanhamento com oftalmologista, pois descobri que estou cega sem óculos), mas deixei passar muitas.
  • Ter uma frente de vídeos e de posts: Fiz o VEDA e, para ele, precisei ter uma boa frente, então CONSEGUI!

Placar final: 6×6.

Muitas coisas dependiam de mim, mas acabei não fazendo por preguiça, ataque da depressão, estresse, etc. Porém eu até fiquei feliz com o resultado, pois achei que seria bem pior, que eu iria levar de 7×1 como o Brasil hahahaha.

Imagem: Share Gif

E aí, quais metas de 2017 vocês cumpriram? E quais deixaram para 2018? Deixem seu comentário!

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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Games
8 de Janeiro de 2018

Muito provavelmente você já ouviu falar do mais novo jogo da Blizzard, Overwatch. Duvidei que o jogo era bom e acabei ficando viciada no game. Vem conhecer um pouco mais sobre a história, os personagens e o jogo fantástico que é Overwatch.

Imagem: Business Wire

Anunciado em 2014 mas lançado oficialmente em 2016, Overwatch é um jogo multiplayer de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Blizzard (mesma desenvolvedora de Heroes of the Storm, World of Warcraft, Hearthstone e muitos outros). O jogo está disponível nas plataformas PC, XBox One e PlayStation 4. Até o fim da escrita deste post, a versão para PC do jogo está em promoção em seu site oficial e você pode comprar clicando aqui.

A história de Overwatch

Acredito que não adianta falar muito sobre a jogabilidade sem falar antes da história do jogo.  O jogo se passa na Terra em um futuro após a guerra Omnica, que foi uma revolta de robôs no mundo inteiro que gerou um grande conflito. Querendo o fim deste conflito, as Nações Unidas criaram a Overwatch para proteger a humanidade e acabar com a crise.

E a Overwatch realmente protegeu o povo por muito tempo até que, depois de muitos incidentes de atividade criminosa surgirem em todo o mundo, acusações de corrupção e de sedição começaram a surgir e o pessoal da organização começou a ser visto com desconfiança até que um dia a sede da Overwatch foi destruída em um ataque que também causou a morte de Jack Morrison (Soldado: 76) e Gabriel Reyes (Reaper), o líder e o segundo-em-comendo. Com isso, a organização foi dissolvida.

Porém, com novos ataques dos robôs que oprimem os humanos, há a necessidade do time se unir novamente.

Os personagens

Em Overwatch, os personagens são divididos em quatro funções, uma vez que são heróis com habilidades semelhantes:

  • Ofensivo: personagens ofensivos têm alta mobilidade e são conhecidos por sua capacidade de causar grandes quantidades de dano. Para equilibrar isso, personagens ofensivos têm um baixo número de pontos de vida. Nesses heróis temos como exemplo Sombra, McCree, Tracer (filha da puta que todos odeiam) e outros.
  • Defesa: personagens de defesa se sobressaem em proteger locais específicos e na criação de pontos de obstrução. Eles também podem fornecer vários auxílios de campo, tais como torres-sentinela e armadilhas. Seus heróis são Bastion, Widowmaker, Mei e outros.
  • Tanque: de todos os personagens do jogo, os personagens Tanque são os que mais possuem pontos de vida. Devido a isso, eles são capazes de chamar a atenção do inimigo para longe de seus companheiros de equipe, também como para atrapalhar o time inimigo. Eu particularmente prefiro jogar de tanques, como a D.Va, Roadhog, Zarya e outros.
  • Suporte: personagens de Suporte são personagens que têm habilidades que melhoram a sua própria equipe e/ou enfraquecem o inimigo. Eles podem não ser os que causam mais dano ou possuem mais pontos de vida, mas os buffs e debuffs que fornecem garantem que seus companheiros de equipe terão menos trabalho para lidar com adversários. Nessa classificação temos Zenyatta, Mercy, Moira e outros.

Imagem: Pinterest

Modos de jogo

Em Overwatch, há oito modos de jogo distintos:

  • ARENA: Em cenários de 1×1 ou 3×3, cada equipe tenta matar todos os adversários.
  • ATAQUE: Os atacantes lutam para capturar uma série de objetivos; os defensores impedem o progresso deles até que o tempo se esgote.
  • ATAQUE/ESCOLTA: Primeiro os atacantes capturam a carga, depois a levam ao seu destino; os defensores tentam impedi-los.
  • CAPTURE A BANDEIRA: Duas equipes de seis jogadores lutam para capturar a bandeira da equipe inimiga enquanto defendem sua própria bandeira.
  • COMBATE ATÉ A MORTE: Oito jogadores se enfrentam em partidas de todos contra todos decididas pelo número de eliminações.
  • COMBATE ATÉ A MORTE EM EQUIPE: Duas equipes de quatro jogadores se enfrentam para obter mais eliminações.
  • CONTROLE: Duas equipes lutam para capturar e assegurar um objetivo de cada vez. A primeira equipe a ganhar duas rodadas vence a partida.
  • ESCOLTA: Os atacantes escoltam uma carga até um ponto de entrega, enquanto os defensores tentam impedir que a carga chegue ao seu destino antes que o tempo acabe.

A review de Overwatch

Depois de falar sobre os principais pontos do jogo, tenho, obviamente, que dar minha sincera opinião do jogo. Eu via Gameplays e não achava interessante o jogo, para mim era um coop online como Dota e LoL. Comprei e comecei a jogar, gostei bastante da jogabilidade. Pelo menos no PC, os comandos são bem simples e de fácil controle. A única coisa que eu não gostei pois não sou acostumada é com o sistema de primeira pessoa. Sou acostumada com jogos em terceira pessoa, então foi um choque jogar em primeira pessoa.

Outra coisa que eu achei bem interessante é a personalidade de cada herói. Além de terem personalidades diferentes, cada personagem tem sua história que, mesmo não explícita no jogo, é bem complexa mesmo que curta.

Enfim, não é a toa que Overwatch conquistou (e conquista) muitos jogadores ao redor do mundo. A jogabilidade é fácil, os comandos são tranquilos e os personagens são cativantes, cada um do seu jeito. Outra coisa que eu gostei é a representatividade no jogo. Com certeza você vai encontrar um personagem e acabar se apaixonando por ele.

Imagem: Tenor

E aí, vocês já jogaram Overwatch? Querem ver mais posts sobre o jogo? Deixem seu comentário!

As informações deste post foram retiradas dos sites Wikia Overwatch, Play Overwatch e Overwatch BR.

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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.
Originais
1 de Janeiro de 2018

365 dias no ano.

12 meses.

52 semanas.

8.760 horas.

525.600 minutos.

31.536.000 segundos.

365 novas chances.

365 novas oportunidades.

365 novos dias para ser feliz.

E esses dias não acabam.

Recomeçam.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.