Livros
22 de setembro de 2017

Cês acharam que eu não ia postar nada hoje por causa do vídeo quarta, né nom? Mas cá estou eu com a resenha do livro Pegasus e o Fogo do Olimpo.

Autora: Kate O’Hearn

Editora: LeYa (1 de novembro de 2011)

Idioma: Português

Páginas: 290

Sinopse: Prepare-se! A guerra no Olimpo está só começando… Quando Pegasus, o mítico cavalo com asas, cai de uma grande tempestade no teto de um apartamento em NY, a vida da jovem Emily vira uma verdadeira lenda: batalhas épicas com monstros medonhos, uma busca desesperada para encontrar aliados, voos radicais sobre um belo cavalo com asas e um desafio heroico para salvar o Olimpo antes que o lugar seja destruído. Junte-se a Pegasus nesta incrível aventura!

 

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O livro passa é narrado em terceira pessoa e passa em Nova York. No prólogo do livro somos inseridos na guerra entre os deuses do Olimpo e os guerreiros Nirads. O Olimpo em guerra reflete em forma de uma grande tempestade que assusta os cidadães de Nove York e a protagonista Emily.

Emily é uma jovem de treze anos que perdeu a mãe recentemente por conta de um câncer. Sozinha em seu apartamento no último andar, uma vez que o pai é policial e foi convocado para ajudar no patrulhamento,  ela ouve algum barulho vindo do terraço do prédio. Seguindo o barulho, a garota encontra um Pegasus e tenta ajudá-lo a se recuperar. Só que a jovem, sem conseguir retirar a lança que se encontra no animal, recorre ao seu amigo de sala, Joel.

Pegasus fora atingido por um raio e caiu na terra juntamente com Paelen, um olimpiano que queria evitar a guerra. Porém, enquanto Pegasus caiu no terraço do prédio de Emily, Paelen caiu no chão e foi levado ao hospital. Quando o jovem acorda, surpreende muitos médicos por sua rápida recuperação e é enviado rapidamente para a UCP, que gerencia casos excepcionais.

Só que como nem tudo é incrível, os Nirads invadem Nova York, perseguindo Pegasus a fim de matá-lo. Aí você pensa que não pode ficar pior? Relaxa minha gente que fica. Além de fugir de monstros gigantes de quatro braços, eles também vão fugir da UCP, que está atrás dos companheiros.

Eu achei a narrativa do livro bem legal. Não é aquele livro chato, que você custa a ler e demora dias para acabar. Eu li tudo em cerca de dois dias e fiquei bem curiosa para ler os outros volumes. No final do livro há um pequeno mapa com pontos turísticos de Nova York, fato que eu achei bem interessante.

Porém, uma coisa me incomodou bastante. Não sei se foi erro de tradução, erro da autora, se eu perdi a explicação, mas me deixou com uma pulguinha atrás da orelha. Bem no prólogo, somos inseridos no Olimpo e alguns deuses em seus nomes gregos. Ok, o Olimpo é da mitologia grega. Só que, do nada, aparecem os nomes romanos dos deuses. Em uma cena que Emily conversa com Joel sobre os deuses, ele diz preferir o nome romano, pois tem descendência italiana e nessa parte é tranquilo. Há uma explicação. Mas esta parte de misturar os deuses com nomes romanos e gregos é levemente confuso.

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Animes e Mangás & Filmes & Séries
20 de setembro de 2017
Fala galerinha, tudo certo? Eu fiz há uns dias atrás uma postagem com indicações de animes, filmes e séries que eu li resenhas ou me indicaram. Resolvi fazer este post uma vez no mês, atualizando com o que já vi e inserindo mais coisas. Os itens riscados são os que eu já vi/terminei e em negrito os que eu inseri após a última lista. Lembrando que séries  finalizadas e canceladas que eu já vi tudo não estão na lista.
Se vocês já viram algum, deixem nos comentários se vale a pena ver ou não. Ah, e eu tentei colocar tudo em ordem alfabética pois meu TOC estava apitando horrores com a antiga bagunça 😀

Confira a primeira postagem!

Animes:

91 Days
Akame ga Kill
Angel Beats!
Bleach
Blood+
Boku no Hero Academia
Bokura Ga Ita
Code Geass
Death Note – Rever
Detective Connan
Fate stay night
Full Metal Alchemist
Gin no Guardian
Gintama
Knights of Sidonia
Kuroko no Basket
Haikyuu!
Hetalia
Hunter X Hunter
Romeo Vs Juliet
Shokugeki no Soma
Strawberry Panic
Vampire Knight
Yuri on Ice
Zero Kara Hajimeru Mahou no Sho

Séries:

3%
Agente Carter
Agents of S.H.I.E.L.D.
Atypical
Between
Black Mirror
Black Sails
Breaking Bad
Bones – Não lembro onde parei porque a série saiu da Netflix ):
Constantine
Defensores
Desventuras em Série
Dr. House
Frontier
Game of Thrones
Girlboss
Glow
Gossip Girl – Temp. 03 Ep. 01
Grace and Frankie
Grey’s Anatomy –  Temp. 05 Ep. 01
House of Cards
How to Get Away With Murder – Temp. 01 Ep. 03
iZombie – Começar a terceira temporada
Lucifer
Luke Cage
Marco Polo
Narco
Orange is the new Black – Temp. 01 Ep. 03
Orphan Black
Penny Dreadful
Punho de Ferro
Reign
Sense8
Scream
Scandal
Sherlock
Switched at Birth
The OA
The Musketers
The Returned
The Walking Dead
Van Helsing
Wayward Pines
Westworld

Filmes:

Beauty and the Beast
Divertidamente
Guardiões das Galáxia vol. 2
Ghost in the Sheel
Moana
Nerve
O Estranho Mundo de Jack
O Grande Gatsby
O Mínimo para Viver
Operação Big Hero
Origem dos Guardiões
Power Rangers
Sword of Destiny
The Furge
Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Games
18 de setembro de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Mais uma segundona que eu finalmente resolvi procurar saber mais sobre um jogo. Uncharted: The Lost Legacy é um jogo que eu estava doida para ver mais sobre e ele não decepcionou. Vem conhecer um pouco mais sobre este jogo maravilhoso!

Sobre o jogo:

A desenvolvedora aclamada pela crítica Naughty Dog lança a primeira aventura independente da história da franquia Uncharted, liderada pela personagem favorita dos fãs, Chloe Frazer.

Para recuperar um antigo lendário artefato indiano e mantê-lo longe do alcance de um aproveitador implacável de guerra, Chloe Frazer deve recorrer à ajuda da renomada mercenária Nadine Ross (de Uncharted 4: A Thief’s End). Juntas, elas se aventurarão pelas montanhas da Índia em busca do lendário artefato. Ao longo do caminho, elas aprenderão a trabalhar juntas para desvendar o mistério do artefato, lutar contra a forte oposição e impedir que a região caia no caos.

Fonte: Playstation.com

Minha opinião:

Achei diferente a ambientação deste Uncharted. O ambiente Índia + selva, com vários elementos da cultura indiana presentes foi algo definitivamente incrível. No jogo, controlamos Chloe, uma caçadora de recompensas que busca a presa de Ganesh junto com Nadine.

Durante o jogo, conhecemos mais sobre a história de Chloe, a relação da garota com o pai e a motivação dela para procurar a relíquia. Além da história, duas coisas me fascinaram bastante na história. A primeira é a inteligência da Chloe. Deu para ver que a produção do jogo estudou para cacete as lendas indianas antes de inserir no jogo. A segunda coisa é o gráfico do jogo. Algumas cenas ficaram tão bem feitas que até parece fotografia do lugar, de tão real que ficou.

O jogo, exclusivo para PlayStation 4 até o momento, deixa os jogadores com um gostinho de “quero mais”. Sem contar que, no final, dá vontade de jogar tudo de novo!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Games
15 de setembro de 2017
Fala minha gente, tudo bem? Estou aqui, nesta sexta-feira bem empolgada (uhu) com uma pequena resenha para vocês. O jogo da vez é um que eu estava muito ansiosa para ver gameplays. Sim, porque jogar exige dinheiro e eu não tenho dinheiro no momento. O jogo é Life is Strange: Before the Storm e é um prequel do jogo Life is Strange, que já resenhei aqui no blog.

Confira a resenha de Life is Strange!

Sobre o jogo:

Life is Strange: Before the Storm é uma nova história independente, dividida em três partes, que se passa três anos antes do primeiro jogo desta franquia vencedora do prêmio BAFTA.
Você joga com Chloe Price, uma jovem de 16 anos que faz uma amizade inesperada com Rachel Amber, uma garota bonita e popular destinada ao sucesso.
Quando Rachel descobre um segredo familiar que ameaça destruir o mundo dela, é a nova amizade com Chloe que dá forças para ela seguir em frente.
Agora juntas, as garotas precisam confrontar os demônios uma da outra e encontrar uma forma de superá-los.
(Informações retiradas do site da Steam)

Minha opinião:

O primeiro jogo me surpreendeu positivamente, é um jogo que nos insere na história. Na primeira parte, choramos, sofremos e torcíamos por Max Caufield. A jovem Max controlava o tempo, então podíamos refazer certas ações do jogo e ver a história tomar outro rumo. Em Life is Strange: Before the Storm, controlamos Chloe Price, a amiga de cabelos azuis de Max, mas sem ter cabelos azuis. O jogo se passa dois ou três anos após a morte do pai de Chloe e começa com a jovem indo para um show em um galpão abandonado. Lá, Chloe acaba se metendo em algumas confusões e é salva pela Rachel Amber. Sim, a garota desaparecida do primeiro jogo. E após isso as duas começam a ter uma amizade.
Diferente do primeiro jogo, Chloe não tem poderes de controlar o tempo. Porém, ela tem o poder de bate-boca. Você discute com outras pessoas para ganhar o que quer e eu achei super criativo. O poder da Chloe é ganhar discussões no bate-boca! Gostei bastante da proposta do jogo de mostrar a história da Chloe enquanto ela estava com a Rachel. Outra coisa que eu achei bem interessante é a mudança de alguns personagens, como a Victoria e o Nathan. Além disso, percebemos o começo de mudanças que marcaram a história do primeiro jogo. E uma coisa que foi uma surpresa para mim foi ver a Rachel punk. Sempre imaginei que ela fosse certinha e tudo mais, só que o jogo mostra ao contrário.
Eu gostei muito de acompanhar o primeiro episódio e já estou no aguardo do segundo. E vocês? Já conheciam o jogo? Digam mais nos comentários e vem surtar comigo!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Aplicativos
12 de setembro de 2017

Fala galerinha do meu coração, tudo bem com vocês? O aplicativo que vou indicar hoje é um que salva a minha vida sem sombra de dúvidas.

Muitas vezes a maquiagem que eu passo na minha cara não fica muito boa por causa de alguns poros e eu preciso de ajustar. Conheci o aplicativo MakeUp Plus por acaso, pois eu queria colocar efeitos engraçados nas fotos, mas o resultado foi melhor.

No aplicativo MakeUp Plus, você pode escolher uma maquiagem pré-definida ou fazer a sua própria. Eu gosto muito de fazer a minha própria, mas as pré-definidas também são lindas.

Nas fotos, eu fiz o teste sem maquiagem para que vocês vejam mais sobre as funcionalidades do app. Eu gostei muito, porém, nem tudo é perfeito. Nesta primeira foto, a da careta, o batom não reconheceu muito bem minha boca. O resultado? Meus dentes acabaram ficando coloridos.

Outra coisa que não gostei muito foi da funcionalidade de pintar o cabelo. O efeito fica bem artificial, a menos que você mude a intensidade. Mesma coisa para as lentes.

Peço desculpas pela falta de detalhes na resenha, mas o aplicativo fala de maquiagem e não é o meu ponto forte. O post é um desafio que fiz para mim mesma de tentar sair da minha zona de conforto.

E vocês, já conheciam este aplicativo? Não? Comentem aqui a opinião de vocês 😀

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.