Aleatórios
28 de julho de 2017
Muitos de vocês devem saber o que são fanarts. Para quem não sabe, fanarts são, basicamente, artes feitas por fãs.
Fanart, fã-arte ou ainda Fanarte é uma obra de arte baseada em um personagem, fantasia, item ou obra notoriamente conhecida, que foi criada por fãs. O termo pode ser aplicado tanto à arte feita por fãs de personagens de determinado(s) livro(s), como também arte derivada de mídias visuais, como quadrinhos, filmes e/ou Video games. Geralmente se refere a obras de arte de artistas amadores ou artistas não pagos por seu trabalho. É um trabalho feito por fãs de sua própria imaginação sobre a obra original. (Wikipedia)
Nos últimos dias eu fiquei vendo muitas fanarts e fiquei encantada com o talento do pessoal. Então resolvi juntar algumas artes e alguns artistas e mostrar para vocês 😀 Quem sabe vocês não gostam também?

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Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Blog
26 de julho de 2017

“Se você muda muito a identidade, você acaba perdendo-a”.

Foi conversando com o meu chefe que ele me disse isso. Eu fiquei matutando e… É verdade. Acabei mudando tanto a identidade do blog que eu não sabia mais o que iria colocar no blog. Mudei muitas vezes na plataforma da Google, então comprei minha hospedagem e meu domínio, mudando tudo de novo.

Mudar é bom e é algo natural, mas eu sinto que mudei tanto o meu cantinho que eu acabei perdendo um pouco da essência do blog. Não vou parar de fazer as postagens sobre animes, mangás, animações, séries, games e etc., mas digo que terão mais textos autorais para vocês.

Este layout maravilhoso foi feito pela Ella Jardim, com a logo que eu pedi faz um bom tempo para a Suelen do Espalhando Bonitezas e amei o resultado dos dois trabalhos, e vocês?

Afinal, este layout me lembrou um pouco dos primeiros layouts do blog e eu queria algo exatamente assim ♥

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Animações
24 de julho de 2017

E aí galera, tudo certo com vocês? Estou escrevendo este post depois de que passou um bom tempo da animação e eu consegui ficar menos afobada. E eu confesso que não me lembro quase nada dos jogos de Castlevania. Lembro de jogar escondida da minha mãe, pois se não ela ia falar que meus pesadelos eram por conta do jogo (e nem eram na verdade). Mas enfim, a Netflix resolveu nos presentear com a animação maravilhosa do jogo e agora estou aqui com uma resenha para vocês!

Diretor: Sam Deats

Produtores: Toshiyuki Hiruma, Brad Graeber, Jason Williams

Produção: Frederator Studios, Powerhouse Animation Studios, Shankar Animation, Project 51 Productions, Mua Film

Distribuição: Netflix

Sinopse: Um caçador de vampiros luta para salvar uma cidade sitiada por um exército de criaturas sobrenaturais controladas por Drácula.

Gênero: Animação adulta, Horror, Aventura

A história

O seriado começa com a jovem Lisa indo até a casa do Drácula na Valáquia, em 1455. O Conde concorda em ajudá-la, porém, Lisa deverá ajudá-lo a se conectar com a humanidade. E, com isso, os dois acabam se apaixonando e começam um romance. Porém, vocês sabem que no Século XV a caça às bruxas era algo intenso e muitas mulheres foram acusadas de bruxaria e acabaram indo para a fogueira. E é exatamente isso o que acontece com Lisa: 20 anos depois a jovem é condenada à fogueira acusada de bruxaria.

Com isso, o Drácula fica muito revoltado, já que a Lisa era a única humana que ele amava de verdade e que fazia ele suportar os humanos. Após o corpo de Lisa virar cinzas, o vampiro aparece na cerimônia fazendo uma transmissão pelo fogo, dizendo que os humanos tinham um ano para saírem de Valáquia ou todos vão morrer. Porém Alucard, filho de Drácula e Lisa, diz para o pai se vingar somente do homem que matou Lisa. O vampiro não escuta e ataca o filho de raiva.

Um ano depois, tem uma festa em Valáquia para ironizar o comunicado do Drácula. Eis que o vampirão bolado chama criaturas para matar todo mundo nesta festa, incluindo o Arcebispo que condenou Lisa.

Após essa confusão toda, os rumores se espalham e em um bar homens começam a culpar todos os nobres, incluindo os Belmont. Trevor, o único herdeiro da família de caçadores de monstro, cai no meio de uma treta entre a Igreja e os Speakers (ordem antiga que quer preservar a tradição oral).

A adaptação

Muita gente fica com muito medo de adaptações. Porém, eu gostei bastante dessa. Mesmo que eu não lembre quase nada da franquia, percebi que a Netflix juntou vários jogos da série na animação de uma forma incrível. A animação ficou muito bem produzida, as vozes encaixaram nos personagens e cada um tem sua individualidade.

O Drácula é aquele vilão que você entende o propósito dele, ainda mais se você conhecer a história dos jogos. Trevor é aquele cara bem filho da mãe que tem sempre uma resposta na ponta da língua e que arrancou muitas gargalhadas minhas. Sério, geral estava morrendo e eu chorando de rir com uma piada dele.

Nota final

ASSISTAM. Sério. A animação ficou incrível, as cenas ficaram incríveis e eu tenho certeza que vocês vão gostar. Apenas digo que: se vocês não gostam de ver sangue, tripas, olhos voando e outras coisas do gênero, não assistam. A Netflix deixou essas cenas bem explícitas para dar mais fidelidade ao jogo.

E vocês, já assistiram? Gostaram da animação? Se interessaram? Vem conversar comigo enquanto a segunda temporada não chega!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Livros
21 de julho de 2017

Sinopse: Até onde vai uma verdade feita em pedaços?

Melissa é uma garota de 17 anos feita de mentiras, ela se muda para outra cidade junto com seu pai e irmão mais novo para esquecer o passado e todo o mal que ele fez. Estava conseguindo tudo isso, já tinha quase um namorado, ótimas amigas, tirava boas notas e fazia parte do time de vôlei da escola. Estava tentando ser uma pessoa melhor, nova, diferente, mas tudo desanda quando Fernando, um velho amigo do seu passado, volta. Depois de quase dez anos sem se verem, ela imagina que agora eles passariam a se tratar como desconhecidos.

Ou seria ela que acabou se tornando uma?

Sua vida vira de cabeça pra baixo. Fernando fica cada vez mais próximo. Matheus, o cara que pediria ela em namoro estava a traindo. Seu pai parece estar escondendo algum segredo. E ainda tem aqueles sonhos, aquelas perturbações noturnas que insistem dizer como ela era uma garota ruim. Alguém que não merece confiança porque ela mesmo mente todos os dias. O problema é que ela já não sabe se as mentiras são para si ou para as outras pessoas.

Agora ela terá que descobrir da pior maneira que nem tudo é o que parece ser.

Quando eu vi em um grupo do Facebook que uma garota procurava blogueiras para uma parceria de um livro, perguntei qual o tema. E fiquei surpresa quando a Kézia comentou que era um livro de mistério e romance. Vocês sabem que eu gosto destes dois gêneros, então eu já pedi para ela me mandar mais sobre o livro.

Eu recebi o livro na minha época de fim de faculdade, então só tive tempo de ler bem depois e não me arrependo. O livro pede para ser lido com calma.

Imagem: Arquivo de divulgação da autora

Melissa foi para o Rio de Janeiro com seu pai e seu irmão com uma coisa em mente: esquecer o seu passado e começar do zero. A vida de Melissa estava ótima. Com suas amigas inseparáveis, Adriana e Fabiana, e seu quase namorado, a garota estava conseguindo se reerguer após um trauma que sofreu dez anos atrás.

Porém o quase namorado não vira namorado. Ele assume compromisso com outra garota, o que deixa as amigas de Melissa – incluindo a própria – chocadas. Nisso, Adriana acaba se envolvendo em uma briga para defender a amiga que foi surpreendida pelo “quase namorado”. Acha que acabou? Claro que não.

Imagem: Arquivo de divulgação da autora

Durante toda esta confusão, um novo garoto chega à escola. Melissa logo se vê atraída pelo jovem apesar da famosa pulga atrás da orelha de “eu já te vi antes”. E a pulga estava certa. Depois de anos correndo de seu passado, ele estava lá em carne e osso. E Melissa descobriu isso ao quase atropelar o jovem. Sim, as descobertas acontecem no mio de situações complicadas no livro e eu amei isso.

Mas qual é o passado que Melissa esconde? Por que Fernando está relacionado com isso tudo? São respostas que você não vê sexta-feira no Globo Repórter, mas sim lendo o livro.

Imagem: Arquivo de divulgação da autora

Leia no WattpadVisite o blog da Kézia

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.

Games
19 de julho de 2017

A franquia The Sims é a franquia mais popular da EA. “Ah, mas tem FIFA”, “Ah, mas tem Mass Effect” … SIM. Eu disse a mais popular, não a única. E já faz um tempo que a EA vem nos agraciando com muitos pacotes de expansão, coleções de objeto e muito mais para a última versão do jogo, o The Sims 4. Eu tenho os pacotes Vida em Família, Vampiros, Vida na cidade, Junte-se à galera e Ao trabalho. Como ainda tenho poucos, resolvi separar os três que são os melhores na minha opinião. Os pacotes que mais me renderam horas jogadas, que tem muita coisa para ser explorada e muito mais. Vem ver comigo!

Ah, e eu estou comparando mais os pacotes com o que eu joguei em The Sims 2. Acredito que as mesmas funcionalidades estavam presentes no 3, mas eu não joguei esta versão.

1. Ao Trabalho

Na boa, na hora que anunciaram o Ao Trabalho, falei: “EA, leve o meu dinheiro!”. Sempre foi meu sonho (acredito que sonho de todos que jogam The Sims) controlar os Sims no trabalho. Afinal, quem nunca pensou em controlar os membros da família no trabalho? Ainda temos só três carreiras no jogo: detetive, cientista e médico. Porém, a expansão nos permite, também, ser um fotógrafo, confeiteiro e vendedor. Além disso, o jogo insere alienígenas (saudades abduções) e muitos outros recursos de criação de Sims.

2. Vida na cidade

Eu adorei a dinâmica de apartamentos no The Sims 2 e ver essa dinâmica melhorada no The Sims 4 foi uma coisa fantástica. Além disso, o pacote inclui festivais como a GeekCon, o festival romântico, mercado de pulgas e muitos outros. A jogabilidade ficou muito mais dinâmica, com muito mais coisas para serem exploradas. Os Sims vivem em apartamentos, podem encarar vizinhos barulhentos, um apartamento assombrado… São muitas coisas! Além disso, dois novos empregos foram adicionados: crítico, político e carreira nas mídias sociais!

3. Vampiros

Eu gostei muito de como a EA desenvolveu os vampiros no jogo. No The Sims 2, os Sims se não me engano só viravam vampiros e queimavam no Sol. No The Sims 4, os vampiros tem poderes e pontos fracos, o que deixa o jogo muito mais dinâmico. E, para quem gostava de matar a Laura Caixão na piscina (era divertido), vejam como é legal matar um vampiro no Sol! Além disso, os vampiros possuem uma forma sombria, que permite o uso de todos os poderes.

Vocês já jogaram alguma dessas expansões? Me contem qual a favorita de vocês!

Juki

Graduanda em letras e canceriana de 22 anos na identidade, mesmo com cara de 17. Apaixonada por games, música e literatura, viciada em animes e mangás e louca por chocolate.